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quinta-feira, abril 07, 2016
terça-feira, dezembro 27, 2011
segunda-feira, dezembro 26, 2011
Prazeres
Deparo-me bastantes vezes com a perspectiva sobre prazeres absolutos e relativos. É mais fácil associar os prazeres relativos com a sensação física e os prazeres absolutos com a sensação emotiva. Repare-se: o quão agradável é tirar os sapatos apertados no fim do dia e o espectacular que é estar feliz (eu sei que o verbo "estar" implica uma noção de que antes não se estava; e quanto ao futuro, não se sabe; mas afirmo com segurança de que felicidade é um estado emotivo absoluto - calculo eu). No entanto deparo-me que as pessoas preferem o prazer relativo ao prazer absoluto. Mentira? Não tenhas essa certeza tão depressa assim, que eu também tive dificuldade em admitir que estava, afinal, certo. Não traz muito mais "felicidade" a uma mãe quando o seu filho, que costuma ter notas horríveis, de repente recebe um "Satisfaz Bastante" num teste, que a uma mãe que está habituada a ter um filho que raro é o dia que recebe "Satisfaz Bastante" porque o resto das notas são sempre "Excelente"? É verdade. E o ser humano desenvolveu um fascínio pelo incomum que ultrapassou o do ganho de prazer constante. Claro que estes "encarregados de educação" preferiam que os seus filhos recebessem sempre "Excelentes", mas no fundo, são muito mais felizes aquelas que só de vez em quando têm esse privilégio. Pelo menos em qualidade (que em quantidade, talvez tenham menos). Esse prazer é mais potente, mas no entanto é momentâneo, enquanto que o prazer mais suave, dura. E sobressaem muito mais estes prazeres altos mas momentâneos. Talvez daí o fascínio pelo orgasmo, mas não é essa a questão. O que quero sublinhar é que a quantidade é superior à qualidade. Está dito. Uma pessoa prefere ser moderadamente feliz numa vida do que Absolutamente Feliz durante um dia na vida (repare-se nas letras maiúsculas). E claro, também acho que prefiro isso, mas aqui está um ser humano a contentar-se com o prazer relativo do que com o Absoluto (embora seja um grau absoluto a felicidade constante e o absolutamente feliz momentâneo relativo; é complicado).
O que é que vale mais a pena então? Ser simpático o tempo todo sem muita gente reparar, ou praticar uma boa acção de vez em quando e toda a gente virar a cara em tua direcção? É difícil. É preciso ter muito jogo na mão para praticar apenas uma boa acção de vez em quando e cá eu, não tenho absolutamente jogo nenhum.
O que é que vale mais a pena então? Ser simpático o tempo todo sem muita gente reparar, ou praticar uma boa acção de vez em quando e toda a gente virar a cara em tua direcção? É difícil. É preciso ter muito jogo na mão para praticar apenas uma boa acção de vez em quando e cá eu, não tenho absolutamente jogo nenhum.
sexta-feira, setembro 30, 2011
Neste Blog tambem
Bem, neste The Dash Rock, vou fazer algumas actualizações aos fãs de Portugal, o que neste momento, parecem ser todos desta nacionalidade. Muito Obrigado pelo convite, Carlos, um bem haja!
quinta-feira, junho 23, 2011
domingo, junho 12, 2011
Viva La Flesh
Remember? Oh yes. Tive a gravar guitarras e voz, arranjei o set para a bateria. Mal estiver "acabada" passo ao Andy para ele gravar o baixo. Esta tem que estar perfeita
sexta-feira, junho 10, 2011
Shipwreck on Solitude
Acabei de gravar a abertura para o album, dura 2 minutos e 48 segundos e inclui sons de ondas. Deu-me um trabalhão, mesmo tendo completado a música num só dia. tive prai uns 60 takes para a voz e não estou satisfeito. mas enfim. Estive a corrigir a Fat Bloody Fingers, mas não tive sucesso. vou ter de a corrigir de novo. a Live Without tambem vou ter de corrigir algumas coisas...
Enfim.
Enfim.
Fat Bloody Fingers
Hoje acabei a música do titulo. 31Mb, 3 minutos e 6 segundos. Electronic, Dubstep, whatever. Só gravei voz. são 5 pistas e 2 delas são percussão (the others, bass and Ambient Synth)
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