Sem acento, como em "come as you are"
Tenho forte para algumas, fraca para as mais importantes.
segunda-feira, maio 31, 2010
Record 2
Este Mês, Maio. Foi um mês de recordes.
- Estive uma data de tempo sem postar (coisa de 4 dias, acho)
- nº de Posts por dia (indefinido - hoje já estou no recorde outra vez)
- nº de Posts por mês (indefinido tambem)
Bem. Maios como este, não quero que acabem.
- Estive uma data de tempo sem postar (coisa de 4 dias, acho)
- nº de Posts por dia (indefinido - hoje já estou no recorde outra vez)
- nº de Posts por mês (indefinido tambem)
Bem. Maios como este, não quero que acabem.
Freebird 3
If I leave here tomorrow
Would you still remember me?
For I must be travelling on, now,
'Cause there's too many places I've got to see.
But, if I stayed here with you, girl,
Things just couldn't be the same.
'Cause I'm as free as a bird now,
And this bird you can not change.
Lord knows, I can't change.
Bye, bye, its been a sweet love.
Though this feeling I can't change.
But please don't take it badly,
'Cause Lord knows I'm to blame.
But, if I stayed here with you girl,
Things just couldn't be the same.
Cause I'm as free as a bird now,
And this bird you'll never change.
And this bird you can not change.
Lord knows, I can't change.
Lord help me, I can't change.
Would you still remember me?
For I must be travelling on, now,
'Cause there's too many places I've got to see.
But, if I stayed here with you, girl,
Things just couldn't be the same.
'Cause I'm as free as a bird now,
And this bird you can not change.
Lord knows, I can't change.
Bye, bye, its been a sweet love.
Though this feeling I can't change.
But please don't take it badly,
'Cause Lord knows I'm to blame.
But, if I stayed here with you girl,
Things just couldn't be the same.
Cause I'm as free as a bird now,
And this bird you'll never change.
And this bird you can not change.
Lord knows, I can't change.
Lord help me, I can't change.
Quotes V
- Por mim, as moscas podiam ser extintas - Disse Eu.
- Para mim são a prova da inexistência de Deus - disse J Fred.
Brilhante.
- Para mim são a prova da inexistência de Deus - disse J Fred.
Brilhante.
End of The World
Aqui fica uma favorita: Ize of the world
I think I know what you mean but watch what you say 'cause they'll be trying
to knock you down in some way. Sometimes it feels like the world is falling asleep.
How do you wake someone up from inside a dream?
Your mind would wander and search for its place in the night.
Your body followed this feeling like following light.
Once that your music was born it followed you 'round and then it gave
your activities meaning and let you be loud. You're sad but you smile.
It's not in your eyes. Your eyeballs don't change.
It's the muscles around your eyes.
An egg to fertilize,
A pulse to stabilize,
A body to deodorize,
A life to scrutinize,
A child to criticize,
Young adults
to modernize,
Citizens to terrorize,
Generations to desensitize.
Your dreams are sweet and obsessed and you're overworked.
You're overtaken by visions of being overlooked. How disappointed would
D.(ead) I.(dealistic) D.(esperate) I.(inventor) P.(ioneer) P.(hilosophers) be to see
such power in our hands all wasted on greed?Am I a prisoner to instincts
or do my thoughts just live as free and detached as boats to the dock?
Just like when music was born and detached from your heart.
Is your free time to free minds or for falling apart?
Night after night you turn out the light.
You don't fall asleep right away.
"Are we... are we done?"
A desk to organize,
A product to advertise,
A market to monopolize,
Movie stars to idolize,
Leaders to scandalize,
Enemies to neutralize,
No time to apologize,
Fury to tranquilize,
Weapons to synchronize,
Cities to
Vaporize.
I think I know what you mean but watch what you say 'cause they'll be trying
to knock you down in some way. Sometimes it feels like the world is falling asleep.
How do you wake someone up from inside a dream?
Your mind would wander and search for its place in the night.
Your body followed this feeling like following light.
Once that your music was born it followed you 'round and then it gave
your activities meaning and let you be loud. You're sad but you smile.
It's not in your eyes. Your eyeballs don't change.
It's the muscles around your eyes.
An egg to fertilize,
A pulse to stabilize,
A body to deodorize,
A life to scrutinize,
A child to criticize,
Young adults
to modernize,
Citizens to terrorize,
Generations to desensitize.
Your dreams are sweet and obsessed and you're overworked.
You're overtaken by visions of being overlooked. How disappointed would
D.(ead) I.(dealistic) D.(esperate) I.(inventor) P.(ioneer) P.(hilosophers) be to see
such power in our hands all wasted on greed?Am I a prisoner to instincts
or do my thoughts just live as free and detached as boats to the dock?
Just like when music was born and detached from your heart.
Is your free time to free minds or for falling apart?
Night after night you turn out the light.
You don't fall asleep right away.
"Are we... are we done?"
A desk to organize,
A product to advertise,
A market to monopolize,
Movie stars to idolize,
Leaders to scandalize,
Enemies to neutralize,
No time to apologize,
Fury to tranquilize,
Weapons to synchronize,
Cities to
Vaporize.
Inesquecível, de uma maneira ou de outra
A Bliss encontrou um lugar onde se identificar. Bora lá a dar uma espreitadela.
Criança - Eu não quero crescer!
Já se deram por vocês a excluir os azulejos negros dos Centros Comerciais? Em que só pizavam os azulejos Brancos? Ou a fazer equilibrio nos limites dos passeios? Se caissemos era como se morressemos!
É bom pensar criança, agir criança, ser criança. (Só porque amanhã seria o nosso dia :p)
(conversa após o almoço de hoje com o desaniversariado)
É bom pensar criança, agir criança, ser criança. (Só porque amanhã seria o nosso dia :p)
(conversa após o almoço de hoje com o desaniversariado)
Maio, Pães 100 Paio
Ok, não é lá muito original, mas celebro 100 de novo.
Desta ultrapasso, venho de um dia com sorte, e antes que se esgote, vou metendo coisas que ainda pertençam a Maio.
E agradeço ao Tino, à Ruivo, ao desaniversariado, ao Kaeser, ao grande Rei, a meu pai, à Bya, a J.Fred, à Bliss, à Princesa, a todos os amigos, e a todo aquele que me esqueci no momento.
Um Obrigado Gigante pelo tempo que passou, e pelo mês que abusou.
Desta ultrapasso, venho de um dia com sorte, e antes que se esgote, vou metendo coisas que ainda pertençam a Maio.
E agradeço ao Tino, à Ruivo, ao desaniversariado, ao Kaeser, ao grande Rei, a meu pai, à Bya, a J.Fred, à Bliss, à Princesa, a todos os amigos, e a todo aquele que me esqueci no momento.
Um Obrigado Gigante pelo tempo que passou, e pelo mês que abusou.
Quotes IV
Esta é uma obrigatória:
"If you have been rejected many times in your life, then one more rejection then one more rejection isn't going to make much difference. If you're rejected, don't automatically assume it's your fault. The other person may have several reasons for not doing what you're asking her to do: none of it may have anything to do with you. Perhaps the person is busy or not feeling well or genuinely not interested in spending time with you. Rejections are part of everyday life. Don't let them bother you. Keep reaching out to others. Keep reaching out to others. When you begin to recieve positive responses, then you are on the right track. It's all a matter of numbers. Count the positive responses and for get about the rejections."
Vindo do Thom, é estranho: tenho uma ideia de uma pessoa um bocado depressiva, mas se tem uma ideia como esta, exclui-se rapidamente a ideia de Suicidio. Thank God!
Mas a sério pessoal, a Rejeição não é o pior que pode acontecer: O pior é não chegar a perguntar (ou nem perceber o porquê :@)
"If you have been rejected many times in your life, then one more rejection then one more rejection isn't going to make much difference. If you're rejected, don't automatically assume it's your fault. The other person may have several reasons for not doing what you're asking her to do: none of it may have anything to do with you. Perhaps the person is busy or not feeling well or genuinely not interested in spending time with you. Rejections are part of everyday life. Don't let them bother you. Keep reaching out to others. Keep reaching out to others. When you begin to recieve positive responses, then you are on the right track. It's all a matter of numbers. Count the positive responses and for get about the rejections."
Vindo do Thom, é estranho: tenho uma ideia de uma pessoa um bocado depressiva, mas se tem uma ideia como esta, exclui-se rapidamente a ideia de Suicidio. Thank God!
Mas a sério pessoal, a Rejeição não é o pior que pode acontecer: O pior é não chegar a perguntar (ou nem perceber o porquê :@)
Quotes III
"Don't try... once you try, you're fuckdd"
Calma. É o que o Thom diz em relação às letras de música. Mas aplica-se a muita coisa, hein pessoal?
Calma. É o que o Thom diz em relação às letras de música. Mas aplica-se a muita coisa, hein pessoal?
Dia perfeito, profissinalmente / Happy Song
Bem, começou quando em matemática tive uma nota mais do que razoável (na minha escala habitual: mais alta em dois anos :/).
A Sorte prolongou-se na hora seguinte em que saimos uma hora mais cedo depois de concluir uma especie de ficha de avaliação.
Tive um bom almoço com um grande amigo.
Não tive a primeira hora da tarde.
O teste de Português correu-me mais do que optimamente. Ainda aposto que terei acima de 18. Quando o receber, notificar-vos-ei, leitores.
_____________
Happy Song - On A Friday (Radiohead)
A Sorte prolongou-se na hora seguinte em que saimos uma hora mais cedo depois de concluir uma especie de ficha de avaliação.
Tive um bom almoço com um grande amigo.
Não tive a primeira hora da tarde.
O teste de Português correu-me mais do que optimamente. Ainda aposto que terei acima de 18. Quando o receber, notificar-vos-ei, leitores.
_____________
Happy Song - On A Friday (Radiohead)
Votre amour peut-elle reposer en paix
Se teve mesmo de acabar, tenho pena.
Se foi por capricho, aí lamento mesmo
E Morreu uma das coisas que mais gostava de ver viver.
Se foi por capricho, aí lamento mesmo
E Morreu uma das coisas que mais gostava de ver viver.
domingo, maio 30, 2010
Quotes II
E porque gosto de atacar tão seguidamente com os mesmos temas,
"No substitute for a healthy smile."
(Radiohead outra vez)
Será que me podias dar um?
"No substitute for a healthy smile."
(Radiohead outra vez)
Será que me podias dar um?
Quotes I
Vou imitar o blog do Rei, e começar a pôr frases que me fascinam.
Começo com uma dos Radiohead:
"If you don't ask me out to dinner i don't eat."
Começo com uma dos Radiohead:
"If you don't ask me out to dinner i don't eat."
Baixo / Fifa 2004
Tive a tocar uma playlist com o baixo e os meus dedos estão a ressentir. Não tocava no baixo havia quase 2 meses. É bem feito. Só agarrei nele, quando uma corda da guitarra se partiu e não tinha um jogo de cordas ao lado.
___________
No almoço de ontem, joguei um bocado Fifa 2004 e fiquei maravilhado por encontrar lá uma música dos Radiohead. Myxomatosis, uma música que é um descendo constante. É tambem uma música que o Rei gosta, o que é algo raro.
É tambem uma música que canto enquanto toco baixo; é optima para treinar a cordenação da voz e do instrumento.
___________
No almoço de ontem, joguei um bocado Fifa 2004 e fiquei maravilhado por encontrar lá uma música dos Radiohead. Myxomatosis, uma música que é um descendo constante. É tambem uma música que o Rei gosta, o que é algo raro.
É tambem uma música que canto enquanto toco baixo; é optima para treinar a cordenação da voz e do instrumento.
Lógica
Para os que gostam de desafios de lógica:
http://www.public.asu.edu/~royal/Firing_Squad.htm
Está é em inglês.
http://www.public.asu.edu/~royal/Firing_Squad.htm
Está é em inglês.
100 again?
Será que chego às 100 outra vez?
Depois de um dia como o anterior, a resposta é bastante influenciada para que seja afirmativa.
Veremos
Depois de um dia como o anterior, a resposta é bastante influenciada para que seja afirmativa.
Veremos
sábado, maio 29, 2010
Revolta dos Duendes Sanguinários III
Gargle saía do bolso de Nicolau com o fígado na mão.
- Temos de ser Rápidos! Vocês, Frankpin e Mugton acabem com esse diabrete. Depois venham ter connosco! Wednesbay, Fredersick, Serfigie! Para a Terra. Vamos!
- Apanha-o com o saco Frankpin que eu dou-lhe com… com este cano!
Enquanto estes lutavam, Wednesbay, Fredersick, Serfigie e Hartkison seguiam para terra, cada um no seu trenó.
De volta à Terra… Os Duendes impacientes começavam a duvidar da vulnerabilidade de Gargle.
- Devia ter ido eu! Eu, cá para mim, Gargle deve ter caído do bolso, ou então levou um sopapo do Nicolau.
- Eu acho que isto foi mal planeado!
- SILÊNCIO! Como se atrevem a duvidar da minha perícia? Tenham calma que o resultado aparecerá!
- O que são aqueles pontos cintilantes ali em cima?
- São estrelas, meu grande estúpido!
- Olha, tu queres ver estrelas à volta da tua cabeça?!
- Ora experimenta lá!
- Com os Diabos!!! Estejam quietos e calados! Eu acho que essa pergunta foi bem feita: o Nicolau traz uns amiguinhos! Malta! Hoje teremos manjar dos Deuses! Vamos comer, não peru, mas os próprios Pais Natais! Eh eh eh!
- A mim não me parece – Exclamou Hartkison!
Gemidos assustados foram soltados por alguns Duendes.
- Pois temam a magia natalícia! – Gritou Serfigie.
- Onde está Nicolau? – Perguntou o Chefe dos Duendes
- Bem, teve o triste destino de perder o fígado! Eu bem lhe dizia que o álcool ia acabar com ele!
- Deixa-te de piadas Fredersick! Viemos para dar o juízo final! – Exclamou Wednesbay
- A nossa vingança está quase terminada! Nicolau morto e vocês caíram na emboscada! Ih ih ih!
- O “bluff” comigo não resulta, Nomladesh! – Atirou-lhe Hartkison (Hartkison era o antigo patrão do chefe dos duendes)
A guerrilha começava. Braços, pernas e até cabeças de duendes voavam para longe, Pais Natais sofriam golpes mínimos, mas todos sabiam que o poder das garras de Duendes era venenoso, portanto todos estavam destinados. Frankpin e Mugton tinham aparecido com outros Pais Natais
- Estes chegaram atrasados, felizmente! O duende minorca ficou com o cano espetado na goela! Hoje fazemos espetada de duende. Ha ha!
- Gargle! Serás Vingado!
Nomladesh correu para Frankpin e deu-lhe um golpe tremendo.
- SINTAM A FÚRIA DOS DUENDES SANGUINÁRIOS!!! – Gritava Nomladesh
Frankpin não estava morto mas estava sobre uma espécie de encantamento, que o fazia obedecer a ordens feitas pelo agressor, mas por um determinado tempo. O problema é que Nomladesh não sabia o nome de Frankpin, e assim não lhe podia dar ordens, mas Frankpin ficava sujeito a mais golpes, até morrer. E acontecia o mesmo com outros Pais Natais até não haver quem resistisse.
Tinha-se desencadeado uma Batalha Rigorosa: Não sobreviveram, senão os chefes de cada grupo.
- Agora temes-me? Agora é luta corpo a corpo, “mano a mano”. – Disse Nomladesh.
- Isto agora é um concurso de bocas para estares aí a falar? Isto é guerra, meu rapaz! - Respondeu Hartkison.
Correram os dois um para o outro e golpearam-se os dois.
Hartkison ficou enfeitiçado e Nomladesh cortado ao meio.
- Sacrifica-te! - Disse a parte de cima do corpo de Nomladesh.
E assim o fez. Ali morreram os Pais Natais e todos os Duendes. Não se sabe onde ficaram os cadáveres e nenhuma expedição a esta floresta encontrou tal coisa. Nem ninguém procurou pois toda a gente desconhecia esta história que agora narrei.
Esta é a explicação do fato do Pai Natal ter ficado Encarnado e não ter continuado Verde: pelo sangue derramado por Nicolau. E outro facto: Por terem os Pais Natais morrido, não existe nenhum Pai Natal!
____________
Esta história deu-me o direito ao primeiro lugar de um concurso de histórias de Natal, na minha escola básica. Há 3 ou 2 anos. A minha professora de Português, à qual entreguei a história, dizia que as outras profs não acreditavam que tinha sido um estudante a escrever a história. Fiquei com a auto-estima levantada. E acho que a partir daí, comecei a escrever com muito mais entusiasmo. Até escrever 2 histórias inacabadas, um blog, e uma história em contrução.
Obrigado pelo Apoio A.C.S.
- Temos de ser Rápidos! Vocês, Frankpin e Mugton acabem com esse diabrete. Depois venham ter connosco! Wednesbay, Fredersick, Serfigie! Para a Terra. Vamos!
- Apanha-o com o saco Frankpin que eu dou-lhe com… com este cano!
Enquanto estes lutavam, Wednesbay, Fredersick, Serfigie e Hartkison seguiam para terra, cada um no seu trenó.
De volta à Terra… Os Duendes impacientes começavam a duvidar da vulnerabilidade de Gargle.
- Devia ter ido eu! Eu, cá para mim, Gargle deve ter caído do bolso, ou então levou um sopapo do Nicolau.
- Eu acho que isto foi mal planeado!
- SILÊNCIO! Como se atrevem a duvidar da minha perícia? Tenham calma que o resultado aparecerá!
- O que são aqueles pontos cintilantes ali em cima?
- São estrelas, meu grande estúpido!
- Olha, tu queres ver estrelas à volta da tua cabeça?!
- Ora experimenta lá!
- Com os Diabos!!! Estejam quietos e calados! Eu acho que essa pergunta foi bem feita: o Nicolau traz uns amiguinhos! Malta! Hoje teremos manjar dos Deuses! Vamos comer, não peru, mas os próprios Pais Natais! Eh eh eh!
- A mim não me parece – Exclamou Hartkison!
Gemidos assustados foram soltados por alguns Duendes.
- Pois temam a magia natalícia! – Gritou Serfigie.
- Onde está Nicolau? – Perguntou o Chefe dos Duendes
- Bem, teve o triste destino de perder o fígado! Eu bem lhe dizia que o álcool ia acabar com ele!
- Deixa-te de piadas Fredersick! Viemos para dar o juízo final! – Exclamou Wednesbay
- A nossa vingança está quase terminada! Nicolau morto e vocês caíram na emboscada! Ih ih ih!
- O “bluff” comigo não resulta, Nomladesh! – Atirou-lhe Hartkison (Hartkison era o antigo patrão do chefe dos duendes)
A guerrilha começava. Braços, pernas e até cabeças de duendes voavam para longe, Pais Natais sofriam golpes mínimos, mas todos sabiam que o poder das garras de Duendes era venenoso, portanto todos estavam destinados. Frankpin e Mugton tinham aparecido com outros Pais Natais
- Estes chegaram atrasados, felizmente! O duende minorca ficou com o cano espetado na goela! Hoje fazemos espetada de duende. Ha ha!
- Gargle! Serás Vingado!
Nomladesh correu para Frankpin e deu-lhe um golpe tremendo.
- SINTAM A FÚRIA DOS DUENDES SANGUINÁRIOS!!! – Gritava Nomladesh
Frankpin não estava morto mas estava sobre uma espécie de encantamento, que o fazia obedecer a ordens feitas pelo agressor, mas por um determinado tempo. O problema é que Nomladesh não sabia o nome de Frankpin, e assim não lhe podia dar ordens, mas Frankpin ficava sujeito a mais golpes, até morrer. E acontecia o mesmo com outros Pais Natais até não haver quem resistisse.
Tinha-se desencadeado uma Batalha Rigorosa: Não sobreviveram, senão os chefes de cada grupo.
- Agora temes-me? Agora é luta corpo a corpo, “mano a mano”. – Disse Nomladesh.
- Isto agora é um concurso de bocas para estares aí a falar? Isto é guerra, meu rapaz! - Respondeu Hartkison.
Correram os dois um para o outro e golpearam-se os dois.
Hartkison ficou enfeitiçado e Nomladesh cortado ao meio.
- Sacrifica-te! - Disse a parte de cima do corpo de Nomladesh.
E assim o fez. Ali morreram os Pais Natais e todos os Duendes. Não se sabe onde ficaram os cadáveres e nenhuma expedição a esta floresta encontrou tal coisa. Nem ninguém procurou pois toda a gente desconhecia esta história que agora narrei.
Esta é a explicação do fato do Pai Natal ter ficado Encarnado e não ter continuado Verde: pelo sangue derramado por Nicolau. E outro facto: Por terem os Pais Natais morrido, não existe nenhum Pai Natal!
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Esta história deu-me o direito ao primeiro lugar de um concurso de histórias de Natal, na minha escola básica. Há 3 ou 2 anos. A minha professora de Português, à qual entreguei a história, dizia que as outras profs não acreditavam que tinha sido um estudante a escrever a história. Fiquei com a auto-estima levantada. E acho que a partir daí, comecei a escrever com muito mais entusiasmo. Até escrever 2 histórias inacabadas, um blog, e uma história em contrução.
Obrigado pelo Apoio A.C.S.
Revolta dos Duendes Sanguinários II
Dia da grande Assembleia! Estava o Pai Natal pronto para viajar para o planeta onde todos os pais natais se encontravam (o nome do planeta não pode ser aqui divulgado: demasiado secreto...), tudo pacato, não se ouvia um som e Nicolau pronto a partir, quando de repente, uma imensidão de Duendes corria em direcção ao trenó (“São mais que as mães! São «catrafadas» deles” exclamava Nicolau). Nicolau não tinha por onde ir e só tinha a possibilidades de morrer a lutar ou de aceitar os pedidos dos Duendes.
- Duendes Sanguinários, são vocês? – Perguntava Nicolau.
- É apenas o nosso trabalho, ah ah – ria-se um deles.
- Não me vão matar pois não? – Questionava Nicolau cheio de medo.
- Hum… talvez… ah ah ah – o mesmo voltava a rir.
- O que devo eu fazer para vocês não me matarem? - Voltava a perguntar
- É apenas uma questão de tempo, o teu destino é morte próxima! Ou concordas com as nossas exigências, ou podes dizer olá às minhas garras, e adeus à tua vidinha! Mhuahahahaha! – Dizia o Duende que parecia ser o chefe dos Duendes.
- D-d-diz as t-tuas exigências. – Gaguejava Nicolau.
- Muito bem… (cof cof) Numero 1: triplicas o ordenado dos teus operários; 2: Novas Roupas para os operários; 3: O tempo de Férias desta gente aumentará! 4: Obedecerás à minha última ordem – Proclamava o Chefe.
Ouviam-se gritos de Euforia por parte dos Duendes!
- Mas, o orçamento vai rebentar! Não vou ter dinheiro para…
- Isso se, tu não obedeceres à minha última ordem… - Interrompeu o Chefe
- (Glup) O que é que tu queres?
- Depois de cumprires as primeiras 3 exigências, eu aí digo-te o que será preciso! Mas antes de cumpri-las, vais à assembleia dizer que está tudo perfeito! Entendido?
- Está bem… – concordou Nicolau
- Hum… Gargle, vai com ele, e vê se tudo corre como planeado. – Ordenava o Chefe a um pequeno duende. Bastante pequeno para lhe caber no bolso.
O Duende pigmeu correu para o seu bolso e começou a rir-se maleficamente.
- Oh oh oh! – Partia Nicolau no trenó, o mais depressa que podia, pois estava atrasado.
Nicolau não sabia o que ia fazer. Estava tudo complicado e ele não podia fazer nada. O pequeno Duende estava a controlá-lo e ele pensava em planos para se livrar de Gargle, ou de fazer perceber os outros Pais Natais de que havia algo de mal na sua floresta.
Chegado, então, ao tal planeta secreto, Nicolau encara-se com uma mansão com ar velha e assombrada. As paredes de fora rachadas, as portas e as janelas rangiam, telhado quase todo caído; sim é a Mansão-Assembleia.
Abriu a porta e dentro da mansão estava tudo num brilho. Limpo, encerado, decorado, arranjado, todos os adjectivos de Perfeição existentes.
Nicolau entra por um corredor e depois uma sala de estar, de novo um corredor e por fim uma cozinha.
- ******* - Disse Nicolau (não é um palavrão, é a palavra-chave)
O armário mudava de lugar, o tecto ia para o chão e o chão para o tecto, o frigorifico abria-se e ia para o actual chão, o lava-loiça para a porta, para empatar entradas indesejáveis, o fogão repartia-se em partículas e formava um cortinado para as janelas, mas Nicolau ficava suspenso no ar, enquanto tudo mudava.
Quando tudo parecia estar acabado, Nicolau caiu ao chão. Torceu o candeeiro e abriu a porta do frigorífico e deu-se de caras com os outros Pais Natais à volta de uma mesa grande e redonda.
- Ora se não é o Nicolau! – Exclamou uma mulher.
- Parece-me que estás mais gordo – Disse um homem.
- Há quanto tempo?! – Perguntava um segundo.
- Ordem! – Pediu um Homem mais sério, que parecia ser o Chefe.
- Boa Noite! – Cumprimentava Nicolau. – Hoje… Argh… não estou lá muito bem – Gargle tinha espetado a garra no fígado de Nicolau.
- Hum… ali há medicamentos. Se quiseres tira um comprimido ou um xarope qualquer! – Disse o primeiro
- Não, deixa estar que não é preciso! – Respondeu Nicolau.
- Passa-se alguma coisa? – Perguntou o Chefe.
- Err… – Lacrimejava Nicolau – Bem, aqui vai: Ahh! Estou a ser atacado por Duendes! Ohhh! Está agora um a… AHH… meter a garra no meu fígado! HHAAI! Oh! Sejam rápidos! OS MEUS DUENDES FIZERAM-ME UM ULTIMATO E (HAHAI) AMEAÇARAM-ME! AARH
- PLUMP! – Nicolau tombava em cima da mesa, morto, com o seu Fato encarnado de sangue.
- Duendes Sanguinários, são vocês? – Perguntava Nicolau.
- É apenas o nosso trabalho, ah ah – ria-se um deles.
- Não me vão matar pois não? – Questionava Nicolau cheio de medo.
- Hum… talvez… ah ah ah – o mesmo voltava a rir.
- O que devo eu fazer para vocês não me matarem? - Voltava a perguntar
- É apenas uma questão de tempo, o teu destino é morte próxima! Ou concordas com as nossas exigências, ou podes dizer olá às minhas garras, e adeus à tua vidinha! Mhuahahahaha! – Dizia o Duende que parecia ser o chefe dos Duendes.
- D-d-diz as t-tuas exigências. – Gaguejava Nicolau.
- Muito bem… (cof cof) Numero 1: triplicas o ordenado dos teus operários; 2: Novas Roupas para os operários; 3: O tempo de Férias desta gente aumentará! 4: Obedecerás à minha última ordem – Proclamava o Chefe.
Ouviam-se gritos de Euforia por parte dos Duendes!
- Mas, o orçamento vai rebentar! Não vou ter dinheiro para…
- Isso se, tu não obedeceres à minha última ordem… - Interrompeu o Chefe
- (Glup) O que é que tu queres?
- Depois de cumprires as primeiras 3 exigências, eu aí digo-te o que será preciso! Mas antes de cumpri-las, vais à assembleia dizer que está tudo perfeito! Entendido?
- Está bem… – concordou Nicolau
- Hum… Gargle, vai com ele, e vê se tudo corre como planeado. – Ordenava o Chefe a um pequeno duende. Bastante pequeno para lhe caber no bolso.
O Duende pigmeu correu para o seu bolso e começou a rir-se maleficamente.
- Oh oh oh! – Partia Nicolau no trenó, o mais depressa que podia, pois estava atrasado.
Nicolau não sabia o que ia fazer. Estava tudo complicado e ele não podia fazer nada. O pequeno Duende estava a controlá-lo e ele pensava em planos para se livrar de Gargle, ou de fazer perceber os outros Pais Natais de que havia algo de mal na sua floresta.
Chegado, então, ao tal planeta secreto, Nicolau encara-se com uma mansão com ar velha e assombrada. As paredes de fora rachadas, as portas e as janelas rangiam, telhado quase todo caído; sim é a Mansão-Assembleia.
Abriu a porta e dentro da mansão estava tudo num brilho. Limpo, encerado, decorado, arranjado, todos os adjectivos de Perfeição existentes.
Nicolau entra por um corredor e depois uma sala de estar, de novo um corredor e por fim uma cozinha.
- ******* - Disse Nicolau (não é um palavrão, é a palavra-chave)
O armário mudava de lugar, o tecto ia para o chão e o chão para o tecto, o frigorifico abria-se e ia para o actual chão, o lava-loiça para a porta, para empatar entradas indesejáveis, o fogão repartia-se em partículas e formava um cortinado para as janelas, mas Nicolau ficava suspenso no ar, enquanto tudo mudava.
Quando tudo parecia estar acabado, Nicolau caiu ao chão. Torceu o candeeiro e abriu a porta do frigorífico e deu-se de caras com os outros Pais Natais à volta de uma mesa grande e redonda.
- Ora se não é o Nicolau! – Exclamou uma mulher.
- Parece-me que estás mais gordo – Disse um homem.
- Há quanto tempo?! – Perguntava um segundo.
- Ordem! – Pediu um Homem mais sério, que parecia ser o Chefe.
- Boa Noite! – Cumprimentava Nicolau. – Hoje… Argh… não estou lá muito bem – Gargle tinha espetado a garra no fígado de Nicolau.
- Hum… ali há medicamentos. Se quiseres tira um comprimido ou um xarope qualquer! – Disse o primeiro
- Não, deixa estar que não é preciso! – Respondeu Nicolau.
- Passa-se alguma coisa? – Perguntou o Chefe.
- Err… – Lacrimejava Nicolau – Bem, aqui vai: Ahh! Estou a ser atacado por Duendes! Ohhh! Está agora um a… AHH… meter a garra no meu fígado! HHAAI! Oh! Sejam rápidos! OS MEUS DUENDES FIZERAM-ME UM ULTIMATO E (HAHAI) AMEAÇARAM-ME! AARH
- PLUMP! – Nicolau tombava em cima da mesa, morto, com o seu Fato encarnado de sangue.
Revolta dos Duendes Sanguinários I
A Revolta dos Duendes Sanguinários (M/12)
Na altura em que o Pai Natal era verde (não por estar enjoado, mas por estar na moda), vivia numa floresta e não no Pólo Norte, quando não se sabia a sua identidade, quando os Centros comerciais e a era do Consumismo não existiam, quando… a vida do Pai Natal era mais fácil. O trânsito das carroças era inexistente, não havia a poluição sonora, o trânsito marítimo não era cheio de petroleiros e o trânsito aéreo apenas era frequentado por aves e, claro está, pelo elegante trenó do Pai Natal e suas Renas, mas este nunca era visto. Já estão situados? Ora bem…
Este ano difícil que quase chegava ao fim, Nicolau estava a reparar o trenó (enquanto praguejava), que tinha sido partido por Rodolfo, a rena do actual nariz brilhante (Nicolau castigara Rodolfo com um nariz reluzente, pois assim, veria bem por onde andava [ou se calhar não]). Nicolau andava stressado e enervado: ainda faltava muito trabalho para o tempo que restava, e ele não conseguia ver trabalho algum, feito pelos seus duendes verdes. Este apenas via-os a fazerem greves, ora o ordenado era baixo, ora as férias eram pequenas, ou então pela falta de roupa disponível para os trabalhadores, etc. Que espécie de chefe não estaria chateado?!
Era mês de Novembro e pouco faltava para Dezembro, o frio aumentava, a capacidade da mão-de-obra era pequena, o trabalho não era feito, e cada vez desapareciam mais Duendes. Nicolau questionava-se “Porquê eu? Triste destino do Pai Natal da Terra!”, não se espantem, pois há mais planetas com vida, e porque haveria ser apenas o Planeta Terra, a possuidora de um Pai Natal? Felizmente há mais pais natais distribuídos pelo universo fora, senão haveria uma guerra universal e esta seria desconfortável para todos… Mas voltando ao assunto: Faltavam apenas 2 dias para a próxima reunião de Pais Natais universais (S.U.N. – sociedade universal natalícia), esta que se tomavam assuntos como por exemplo, o orçamento actual, a quantidade de Duendes que conseguiam escapar das mãos do povo (pois estes, roubavam os artesãos e camponeses para dar presentes aos nobres: os pais destes eram quem pagava os Pais Natais – Outra maneira em que o povo era explorado), as greves, a balança comercial e financeira da associação Natalícia, entre outras, estes pontos que estavam uma confusão, na Floresta Plácida (floresta temida pelos humanos – lendas e “histórias dos nossos avós” que assombravam as mentes humanas, plácido por ser fácil de capturar um humano que fosse e bastante saboroso para os terríveis demónios! – que era a ideal para um Pai Natal viver). O tempo passava e o Pai Natal ficava mais nervoso pelo dia da reunião
221 Ft
Pois bem, já passei os 50 metros. Na verdade, já foram 67,3608 metros em passos.
Até aos 1000!
Até aos 1000!
Record
Vamos lá a quebrar o recorde:
Este é o nono post diário, estando igual ao recorde em números de posts num dia.
Basicamente, este é um Post de "papa". E já não escrevia posts do género do que aqui está em cima.
Este é o nono post diário, estando igual ao recorde em números de posts num dia.
Basicamente, este é um Post de "papa". E já não escrevia posts do género do que aqui está em cima.
Almoço de Família
Simplesmente adoro-os. Os almoços em si, trazem uma harmonia diferente. Não é familiar, mas é em família (desculpem, se demasiado estranho). Conheci primos "novos", bastante porreiros. Conheci o Quinhó (primo em segundo grau, ou seja primo direito do meu pai), a origem do meu nome.
Houve alguma algazarra no pós almoço, mas eu não participei. Estive a conviver com os primos.
Foi um dia bom.
Houve alguma algazarra no pós almoço, mas eu não participei. Estive a conviver com os primos.
Foi um dia bom.
Freebird 2
Agora a música:
O meu irmão tem ouvido com frequência. E contagiou-me. É uma música que aparece no filme (ver Freebird - o post e o filme).
Tem uma guitarra espetacular, com uns solos petrificantes mais no fim da música. A melodia em si parece trazer um conforto, uma felicidade serena. Epá, carreguem no play que irão ver. Ou melhor, ouvir.
O meu irmão tem ouvido com frequência. E contagiou-me. É uma música que aparece no filme (ver Freebird - o post e o filme).
Tem uma guitarra espetacular, com uns solos petrificantes mais no fim da música. A melodia em si parece trazer um conforto, uma felicidade serena. Epá, carreguem no play que irão ver. Ou melhor, ouvir.
Bloco de Notas - Conclusão
Pois é. Determinado a chegar ao fim. Já não tenho mais a publicar do Bloco de Notas. Há muitos outros "apontamentos" que não irei publicar. Estão ridiculos ou estupidos. Pus os melhores e os assim-assim.
Espero que tenham gostado da viagem.
Espero que tenham gostado da viagem.
Bloco de Notas XII
Open up
Can't you see that you're hiding the sun?
You're hidding the beauty of the light
The light keeps feeding my life
Step aside
Can't you see that I'm with a gun?
Leave now or I'll shoot the sun
Leave now or you will die
Kiss me
Can't you feel that you're blowing my mind?
There is love I'm sure you'll find
Please don't leave it all behind
Can't you see that you're hiding the sun?
You're hidding the beauty of the light
The light keeps feeding my life
Step aside
Can't you see that I'm with a gun?
Leave now or I'll shoot the sun
Leave now or you will die
Kiss me
Can't you feel that you're blowing my mind?
There is love I'm sure you'll find
Please don't leave it all behind
Bloco de Notas XI
'Gave it life
'Gave it fear
'Gave it reasons to disappear
And I fell in love with you, dear
I made up
All those stories
Ruined memories and glories
To have you here. Just to have you here
'Gave it life
'Gave it hope
'Gave it reasons to develope
But now you're gone, It's not the same
I made up
All my fame
Gave you a million reasons to blame
And I'm so ashamed. And that´s my pain
'Gave it fear
'Gave it reasons to disappear
And I fell in love with you, dear
I made up
All those stories
Ruined memories and glories
To have you here. Just to have you here
'Gave it life
'Gave it hope
'Gave it reasons to develope
But now you're gone, It's not the same
I made up
All my fame
Gave you a million reasons to blame
And I'm so ashamed. And that´s my pain
Amigos 2
Um amigo não tem de seguir determinadas regras para ser um verdadeiro amigo. Basta esse tal amigo impor regras e deixar-nos a nós decidir se aceitamos, ou não, as regras. Um amigo nem sempre é aquele que nos deixa ser como nós somos. Às vezes, é aquele que nos castra para que nós melhoremos, eventualmente. Às vezes, é aquele que nos pede demais. Às vezes, é aquele que fala nas nossas costas. Às vezes, é aquele que nos homenageia escrevendo no seu blog. Mas para sempre, é aquele que quer o nosso bem:
O Vosso Verdadeiro Amigo.
V.asco V.ilhena com A.mor
O Vosso Verdadeiro Amigo.
V.asco V.ilhena com A.mor
quinta-feira, maio 27, 2010
Carlos Santana
Espetacular, Inspirador, Influencia!
Que concerto, que artista, que música e que "good vibrations"!
Everybody get down, get down, get down
o pós concerto tb foi espetacular
Que concerto, que artista, que música e que "good vibrations"!
Everybody get down, get down, get down
o pós concerto tb foi espetacular
Auto-estima
Elevou-se.
Com o quê? Com o jogo de hoje à tarde. Tive a sorte de estar a jogar bem. Fui aplaudido, apreciado, adorado e por outros detestado. Mas era mesmo o que eu precisava: Uma mão cheia de amigos, e estarmos todos entretidos em grupo.
Agora não posso esquecer o facto de ter jogado com meias diferentes. Deve ter sido isso...
Com o quê? Com o jogo de hoje à tarde. Tive a sorte de estar a jogar bem. Fui aplaudido, apreciado, adorado e por outros detestado. Mas era mesmo o que eu precisava: Uma mão cheia de amigos, e estarmos todos entretidos em grupo.
Agora não posso esquecer o facto de ter jogado com meias diferentes. Deve ter sido isso...
quarta-feira, maio 26, 2010
India Rubber
Did it all for you to say
You never wanted me that way
Now the dogs have had their meat
I think I'll go plug in the mains
I tumble like a clown
Before your baying hounds
I supplicate myself
Into your hands
When you spare a make-up smile
I'm instantly your biggest fan
How was I to know that you
Practiced it beforehand?
I tumble like a clown
Before your baying hounds
I supplicate myself
Into your hands
Mas não, vocês dois não, por favor...
You never wanted me that way
Now the dogs have had their meat
I think I'll go plug in the mains
I tumble like a clown
Before your baying hounds
I supplicate myself
Into your hands
When you spare a make-up smile
I'm instantly your biggest fan
How was I to know that you
Practiced it beforehand?
I tumble like a clown
Before your baying hounds
I supplicate myself
Into your hands
Mas não, vocês dois não, por favor...
Votre Amour
O vosso amor consome-me
Não passo de um carteiro
As mensagens não resultam
Daí eu não parar
Envio boas novas
Recebo Notas de Pesames
O Amor não morreu
Tu só não o vês
Porque está camuflado
De teias de sofrimentos
Por Saudades corrosivas
Que ao tempo não perdoam
Uma Lágrima
Não passo de um carteiro
As mensagens não resultam
Daí eu não parar
Envio boas novas
Recebo Notas de Pesames
O Amor não morreu
Tu só não o vês
Porque está camuflado
De teias de sofrimentos
Por Saudades corrosivas
Que ao tempo não perdoam
Uma Lágrima
Wish you were here
Para um casal que precisa de ajuda:
Esqueçam orgulhos e sigam em frente. Não em direcções diferentes: coincidentes!
Esqueçam orgulhos e sigam em frente. Não em direcções diferentes: coincidentes!
domingo, maio 23, 2010
Leroy Wein XII
(...)
- Estou a ir – Falava Leroy confiante, novo.
Abria a porta e convidava as duas raparigas a entrar com um gesto cortês com o braço, e fazendo uma vénia.
- Uaau. – Gozava Char – O que fizeste a ele Hugh?
- E tu culpas-me a mim porquê? – Fazia-se Hugh de inocente.
- Porque és a única via de influencia à vista neste flat! E das más!
- Sim, sim... Então e tu Mary? Muito massacrada pela Charlotte?
- Só um pouqui...
- Charlotte? – Interrompia Char, com alguma indignação - Queres que eu te trate por Sr Jones?!
- Seria deveras apropriado, para o momento, pois deparo-me com uma presença desconhecida – Gozava Hugh, conseguindo acalmar a raiva miúda de Char.
Enquanto isso, os outros dois riam-se desalmadamente. As expressões faciais, os gestos e os tons que os dois argumentadores usavam, davam uma certa magia, comédia/drama nos seus momentos e uma aparência viva ao flat.
- Está bem – Acalmava Leroy – Então Mary, qual foi o filme que nos reservaste para esta tarde?
- Bem, eu escolhi um clássico. Para que a Char ficasse com uma ideia do que é o estranho mundo de Tim Burton.
- Essa gostei – Comentava Leroy
- E qual é o clássico? – Perguntava Hugh.
- O Eduardo Mãos de Tesoura, Sr Jones. – Gozava Char em tom sarcástico.
- A menina Charlotte desconhece esta obra cinematográfica?
- Shiu! – Calava Char.
- Muito bem Char, acabemos com esta parvoíce – Fechava Leroy, sorrindo disfarçadamente para Hugh.
- Sim, eu também já estava farta – Aliviava Mary.
- Ok ok... Onde é que estão as pipocas? – Lambia-se Hugh.
- Nós trouxemos estes dois sacos de pipocas – Apontava Mary para dois sacos que deveriam conter meio quilo de pipocas cada.
- Uau. Vai ser o serão perfeito! – Sorria Leroy abertamente.
- Vai ser melhor do que perfeito! – Extasiava Hugh.
- E estão quentinhas – Anunciava Char – Vamos ver o filme antes que arrefeçam.
- Passa-me a caixa do DVD se faz favor. – Pedia Leroy entusiasmado
Mary passava-lhe a caixa, e Leroy abria-a de seguida. Pôs o DVD no computador portátil, e em segundos, o filme já estava a ser reproduzido na televisão.
- Que trabalho tão bonito que fizemos Leroy. – Orgulhava-se Hugh.
- Convencidos! – Picava Char.
- Hey, eu não disse nada – Defendia-se Leroy
- Mas eu concordo com o Hugh – Corava Mary olhando para Leroy com uns olhinhos reluzentes.
“Não pode ser assim tão fácil! Como é que uma pré-psicóloga pode fazer-se tão ingénua? Ou está sem rodeios, ou quer-me lixar a vida”, pensava Leroy. Ou pode estar carente, leitores.
- Obrigado – Agradecia Leroy – Também... Tinha de estar bonito para duas raparigas tão bonitas – “Eu não disse isto”, pensava Leroy, rindo-se interiormente da sua vergonha.
- Já não se fazem cavalheiro destes hoje em dia! – Rematava Char olhando para Hugh. “Caiu bem!”, louvava Leroy; Os olhos de Mary cintilavam ainda mais.
- Ele não me dá oportunidade! – Refugiava-se Hugh, rindo-se.
- Oh, que simpático – Dizia Leroy com sarcasmo – Obrigado Hugh.
- De nada. – Agradecia Hugh e brincava, insistindo - Agora sou eu a tentar ser cortês: sentem-se raparigas. Cabem aqui quatro pessoas facilmente. E ainda ficamos com espaço.
- Uau, fez-se um novo homem em segundos – Comentava Mary
- Não te iludas Mary – Troçava Char – Eu fico no canto!
- Eu fico com o outro canto – Reservava Hugh.
- Mary, – Chamava Char – Senta-te ao meu lado.
- A construir um forte Char? – Interrogava Hugh.
- Sim, Tu és perigoso! – Escondia-se Char.
- Tu não sabes o que ele me faz no emprego. – Cooperava Leroy
- Traidor de uma figa!
- Shiu! O filme vai começar – Acalmava Mary.
- Boa boa! – Aplaudia Leroy.
O filme começava. Os tons escuros e góticos reflectiam nas paredes opostas à televisão delineando a sombra dos quatro amigos. Só se ouvia a banda sonora do princípio do filme e a do mastigar turbulento das pipocas. Criava um ambiente inconfundível: uma sala de cinema. Não era preciso o sistema “Cinema em casa” para criar um. Apenas alguns amigos com quem partilhar um filme com grandes expectativas. Mas neste cinema, só havia uma pessoa que estreava os olhos a “Eduardo”: mas há sempre aqueles amigos que já viram o filme, mas quiseram voltar a ver. É uma companhia agradável.
(...)
Fim do primeiro capitulo. Acho que fico por aqui malta. Já vão 13 páginas de Word e vou continuar a escrever. Se eventualmente parar, deixo no blog tudo o que escrevi desde aqui.
- Estou a ir – Falava Leroy confiante, novo.
Abria a porta e convidava as duas raparigas a entrar com um gesto cortês com o braço, e fazendo uma vénia.
- Uaau. – Gozava Char – O que fizeste a ele Hugh?
- E tu culpas-me a mim porquê? – Fazia-se Hugh de inocente.
- Porque és a única via de influencia à vista neste flat! E das más!
- Sim, sim... Então e tu Mary? Muito massacrada pela Charlotte?
- Só um pouqui...
- Charlotte? – Interrompia Char, com alguma indignação - Queres que eu te trate por Sr Jones?!
- Seria deveras apropriado, para o momento, pois deparo-me com uma presença desconhecida – Gozava Hugh, conseguindo acalmar a raiva miúda de Char.
Enquanto isso, os outros dois riam-se desalmadamente. As expressões faciais, os gestos e os tons que os dois argumentadores usavam, davam uma certa magia, comédia/drama nos seus momentos e uma aparência viva ao flat.
- Está bem – Acalmava Leroy – Então Mary, qual foi o filme que nos reservaste para esta tarde?
- Bem, eu escolhi um clássico. Para que a Char ficasse com uma ideia do que é o estranho mundo de Tim Burton.
- Essa gostei – Comentava Leroy
- E qual é o clássico? – Perguntava Hugh.
- O Eduardo Mãos de Tesoura, Sr Jones. – Gozava Char em tom sarcástico.
- A menina Charlotte desconhece esta obra cinematográfica?
- Shiu! – Calava Char.
- Muito bem Char, acabemos com esta parvoíce – Fechava Leroy, sorrindo disfarçadamente para Hugh.
- Sim, eu também já estava farta – Aliviava Mary.
- Ok ok... Onde é que estão as pipocas? – Lambia-se Hugh.
- Nós trouxemos estes dois sacos de pipocas – Apontava Mary para dois sacos que deveriam conter meio quilo de pipocas cada.
- Uau. Vai ser o serão perfeito! – Sorria Leroy abertamente.
- Vai ser melhor do que perfeito! – Extasiava Hugh.
- E estão quentinhas – Anunciava Char – Vamos ver o filme antes que arrefeçam.
- Passa-me a caixa do DVD se faz favor. – Pedia Leroy entusiasmado
Mary passava-lhe a caixa, e Leroy abria-a de seguida. Pôs o DVD no computador portátil, e em segundos, o filme já estava a ser reproduzido na televisão.
- Que trabalho tão bonito que fizemos Leroy. – Orgulhava-se Hugh.
- Convencidos! – Picava Char.
- Hey, eu não disse nada – Defendia-se Leroy
- Mas eu concordo com o Hugh – Corava Mary olhando para Leroy com uns olhinhos reluzentes.
“Não pode ser assim tão fácil! Como é que uma pré-psicóloga pode fazer-se tão ingénua? Ou está sem rodeios, ou quer-me lixar a vida”, pensava Leroy. Ou pode estar carente, leitores.
- Obrigado – Agradecia Leroy – Também... Tinha de estar bonito para duas raparigas tão bonitas – “Eu não disse isto”, pensava Leroy, rindo-se interiormente da sua vergonha.
- Já não se fazem cavalheiro destes hoje em dia! – Rematava Char olhando para Hugh. “Caiu bem!”, louvava Leroy; Os olhos de Mary cintilavam ainda mais.
- Ele não me dá oportunidade! – Refugiava-se Hugh, rindo-se.
- Oh, que simpático – Dizia Leroy com sarcasmo – Obrigado Hugh.
- De nada. – Agradecia Hugh e brincava, insistindo - Agora sou eu a tentar ser cortês: sentem-se raparigas. Cabem aqui quatro pessoas facilmente. E ainda ficamos com espaço.
- Uau, fez-se um novo homem em segundos – Comentava Mary
- Não te iludas Mary – Troçava Char – Eu fico no canto!
- Eu fico com o outro canto – Reservava Hugh.
- Mary, – Chamava Char – Senta-te ao meu lado.
- A construir um forte Char? – Interrogava Hugh.
- Sim, Tu és perigoso! – Escondia-se Char.
- Tu não sabes o que ele me faz no emprego. – Cooperava Leroy
- Traidor de uma figa!
- Shiu! O filme vai começar – Acalmava Mary.
- Boa boa! – Aplaudia Leroy.
O filme começava. Os tons escuros e góticos reflectiam nas paredes opostas à televisão delineando a sombra dos quatro amigos. Só se ouvia a banda sonora do princípio do filme e a do mastigar turbulento das pipocas. Criava um ambiente inconfundível: uma sala de cinema. Não era preciso o sistema “Cinema em casa” para criar um. Apenas alguns amigos com quem partilhar um filme com grandes expectativas. Mas neste cinema, só havia uma pessoa que estreava os olhos a “Eduardo”: mas há sempre aqueles amigos que já viram o filme, mas quiseram voltar a ver. É uma companhia agradável.
(...)
Fim do primeiro capitulo. Acho que fico por aqui malta. Já vão 13 páginas de Word e vou continuar a escrever. Se eventualmente parar, deixo no blog tudo o que escrevi desde aqui.
Felicidades e Longa vida Leroy.
sexta-feira, maio 21, 2010
Bloco de Notas IX
(DESENHO)
O Meu Traço
A Minha Música
A Minha Vida
A Minha Inspiração
A Minha Fonte de Inspiração
O Meu Eu
O Meu Caderno
O Meu Traço
Bloco de Notas VIII
Not a fantasy this time
I'm known by the fantasies I wrote
I'm not able to feel Just able to think how does it feel
These are worlds I created but I can't give them life
Songs I wrote about thoughts I had about feelings
Just like if i knew how it was like the way I wondered
The way I tell, for those who hear
The way I paint, for those who see
The way I guide, for those who touch
The way I sing, for those who have heart
I want to be your Messias but maybe I'm just another wannabe
But Just those who have hope can get what they want
I hope I have hope enough 'cause my dreams are checked from my list
And fortunately i don't have that much lines to risk
I'm known by the fantasies I wrote
I'm not able to feel Just able to think how does it feel
These are worlds I created but I can't give them life
Songs I wrote about thoughts I had about feelings
Just like if i knew how it was like the way I wondered
The way I tell, for those who hear
The way I paint, for those who see
The way I guide, for those who touch
The way I sing, for those who have heart
I want to be your Messias but maybe I'm just another wannabe
But Just those who have hope can get what they want
I hope I have hope enough 'cause my dreams are checked from my list
And fortunately i don't have that much lines to risk
Bloco de Notas VII
Some words are hard to say
Some words are hard to be heard
But these words are not for today
I found the words, My word for your words
I'm free as a bird but I don't have its wings
Some words are hard to be heard
But these words are not for today
I found the words, My word for your words
I'm free as a bird but I don't have its wings
Leroy Wein XI
(...)
E os dois amigos começavam a arrumar a mesa e a lavar a loiça enquanto ainda se ouviam os passos das raparigas a descerem as escadas. O barulho ia-se extinguindo, até que os dois começavam um novo: o ruído de uma conversa de amigos de longa data.
- Eu ainda queria...
- Qual é a moça que preferes Leroy? – Interrompia Hugh soltando uma gargalhada – Por mim, é a que não quiseres, são ambas espectaculares.
- Eu ainda não me acho preparado.
- Vá lá Leroy. Faz cinco meses desde a Caroline!
- Tanto tempo...
- Vês como tenho razão? Eu quero é que te lances para a frente, que a esqueças!
- Eu não posso esquecer algo que durou mais do que o triplo do tempo de que não a vejo.
- Está bem – Embirrava Hugh proferindo uma deixa passada de Leroy – “Dois anos e 3 meses não passam em semanas”, dizias há 3 meses. Caramba Leroy, cresce, larga o mal que te prende! Deixa de ser um adolescente, tens 24 anos, caraças! Percebo que não foi fácil a partida da Caroline, mas ela não merece este tempo de abstinência que lhe tens honrado: ela fugiu com outro e tu não procuras nem por sexo de vingança? Eu estaria com raiva pelos cabelos! Quero dizer, a esta altura já a quase teria esquecido, ela não mereceria tanta atenção minha.
- Pára – Gritava Leroy – Eu sei que como amigo queres o meu melhor, que tenha uns bons tempos com outras raparigas, mas ainda não consegui limpá-la da cabeça!
- Tu só precisas de parar de pensar! E vamos parar a discussão! Tu vais “comer um sapo” hoje e eu não quero saber se vai custar a entrar pela goela adentro!
- Hugh...
- Leroy – Gritava Hugh, cortando com a lamúria de Leroy. – Vive!
E assim o ruído findava, duma maneira ácida, mas positiva. Hugh estava decepcionado com a infindável lamentação de Leroy, e por este perceber a indignação do amigo, sentiu um enorme buraco naquela amizade: “um vazio da minha falta de esforço”. “É, eu tenho de subir desta merda de estado de espírito, não passo de um naco de carne que deambula de casa para o trabalho e do trabalho para casa, pensando sempre na mesma merda de pessoa”, levantou a cabeça com ânimo e acabou o raciocínio dizendo:
- Tens razão Hugh. Hoje é o dia que tenho de pensar por outra cabeça.
- Literalmente? – Ria-se Hugh com um sorriso que crescia ao ouvir o anúncio de Leroy
- Ahah, capaz Hugh. Obrigado pelo sermão. Às vezes é preciso ouvir um do tamanho do mundo.
- Podes crer, mas ainda maiores amigos para nos darem o rumo à felicidade!
- Gabarolas – Riam-se os dois em conjunto.
- Ai... – Suspirava Hugh. – Então e qual é que queres Leroy?
- Aahh... pode ser a Mary. Não me parece ser muito trabalhosa. Vou começar por baixo. – Ria-se maliciosamente em tom sarcástico.
- Está bem – Gargalhava Hugh – Eu também prefiro a Char. Parece-me bastante difícil. E do que eu gosto é de jogos difíceis, cheios de tácticas, ataques, defesas...
- Bem sei Hugh. Ainda me lembro da Josie.
- Ai nem me lembres!
A conversa continuou com gargalhadas e memórias. Riam-se dos momentos tipo filme que quando se diz “ainda nos iremos rir disto” é tão irónico no momento, mas tão oportuno no momento em que as pessoas se riem disso. E de repente lembraram-se que ainda tinham de montar o “cinema em casa”. Pouco depois de montado, ouvia-se a campainha do flat a tocar.
(...)
E os dois amigos começavam a arrumar a mesa e a lavar a loiça enquanto ainda se ouviam os passos das raparigas a descerem as escadas. O barulho ia-se extinguindo, até que os dois começavam um novo: o ruído de uma conversa de amigos de longa data.
- Eu ainda queria...
- Qual é a moça que preferes Leroy? – Interrompia Hugh soltando uma gargalhada – Por mim, é a que não quiseres, são ambas espectaculares.
- Eu ainda não me acho preparado.
- Vá lá Leroy. Faz cinco meses desde a Caroline!
- Tanto tempo...
- Vês como tenho razão? Eu quero é que te lances para a frente, que a esqueças!
- Eu não posso esquecer algo que durou mais do que o triplo do tempo de que não a vejo.
- Está bem – Embirrava Hugh proferindo uma deixa passada de Leroy – “Dois anos e 3 meses não passam em semanas”, dizias há 3 meses. Caramba Leroy, cresce, larga o mal que te prende! Deixa de ser um adolescente, tens 24 anos, caraças! Percebo que não foi fácil a partida da Caroline, mas ela não merece este tempo de abstinência que lhe tens honrado: ela fugiu com outro e tu não procuras nem por sexo de vingança? Eu estaria com raiva pelos cabelos! Quero dizer, a esta altura já a quase teria esquecido, ela não mereceria tanta atenção minha.
- Pára – Gritava Leroy – Eu sei que como amigo queres o meu melhor, que tenha uns bons tempos com outras raparigas, mas ainda não consegui limpá-la da cabeça!
- Tu só precisas de parar de pensar! E vamos parar a discussão! Tu vais “comer um sapo” hoje e eu não quero saber se vai custar a entrar pela goela adentro!
- Hugh...
- Leroy – Gritava Hugh, cortando com a lamúria de Leroy. – Vive!
E assim o ruído findava, duma maneira ácida, mas positiva. Hugh estava decepcionado com a infindável lamentação de Leroy, e por este perceber a indignação do amigo, sentiu um enorme buraco naquela amizade: “um vazio da minha falta de esforço”. “É, eu tenho de subir desta merda de estado de espírito, não passo de um naco de carne que deambula de casa para o trabalho e do trabalho para casa, pensando sempre na mesma merda de pessoa”, levantou a cabeça com ânimo e acabou o raciocínio dizendo:
- Tens razão Hugh. Hoje é o dia que tenho de pensar por outra cabeça.
- Literalmente? – Ria-se Hugh com um sorriso que crescia ao ouvir o anúncio de Leroy
- Ahah, capaz Hugh. Obrigado pelo sermão. Às vezes é preciso ouvir um do tamanho do mundo.
- Podes crer, mas ainda maiores amigos para nos darem o rumo à felicidade!
- Gabarolas – Riam-se os dois em conjunto.
- Ai... – Suspirava Hugh. – Então e qual é que queres Leroy?
- Aahh... pode ser a Mary. Não me parece ser muito trabalhosa. Vou começar por baixo. – Ria-se maliciosamente em tom sarcástico.
- Está bem – Gargalhava Hugh – Eu também prefiro a Char. Parece-me bastante difícil. E do que eu gosto é de jogos difíceis, cheios de tácticas, ataques, defesas...
- Bem sei Hugh. Ainda me lembro da Josie.
- Ai nem me lembres!
A conversa continuou com gargalhadas e memórias. Riam-se dos momentos tipo filme que quando se diz “ainda nos iremos rir disto” é tão irónico no momento, mas tão oportuno no momento em que as pessoas se riem disso. E de repente lembraram-se que ainda tinham de montar o “cinema em casa”. Pouco depois de montado, ouvia-se a campainha do flat a tocar.
(...)
Absence
Mais um tempo de fora: este Mês não chego aos 100.
Estou de castigo: não posso vir à net (salvo rarissimas excepções). Espero ter compensado com 4 posts vindos do nada. Até quando possivel
Estou de castigo: não posso vir à net (salvo rarissimas excepções). Espero ter compensado com 4 posts vindos do nada. Até quando possivel
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Não escrevo há dois dias e parece que estou a "ressacar". Não gosto. Gosto de escrever, Gosto de mostrar, Gosto que leiam. Gosto dos Leitores em si.
Não escrevo há dois dias e parece que estou a "ressacar". Não gosto. Gosto de escrever, Gosto de mostrar, Gosto que leiam. Gosto dos Leitores em si.
Bloco de Notas V
Dreams
I'm on my feet
I feel whatever I want
I just wanna try
What in real life I can't
Just in dreams
I have my girl
I'm on my feet
I have my world
Tomorrow won't notice
Yesterday's mistakes
I'm just afraid
Of getting awake
"That's the best feeling you'll ever have"
I'm on my feet
I feel whatever I want
I just wanna try
What in real life I can't
Just in dreams
I have my girl
I'm on my feet
I have my world
Tomorrow won't notice
Yesterday's mistakes
I'm just afraid
Of getting awake
"That's the best feeling you'll ever have"
segunda-feira, maio 17, 2010
Le Dash Rock 2
A pig in a cage on antibiotics
Friends
Friend (I want you)
"I wrote this letter, because I was thinking what friends means to me
And I felt guilty: while you were worried about me, but I didn’t see
Call me when you’re sad
I’ll talk to you; I’ll be good to you
Now I see that you are badly, and now I know how you felt
You were an example to me, and now I’m improving myself"
Excerto de uma letra das mais velhas de sempre escrita por mim (o resto é merda e tá mal escrito).
"I wrote this letter, because I was thinking what friends means to me
And I felt guilty: while you were worried about me, but I didn’t see
Call me when you’re sad
I’ll talk to you; I’ll be good to you
Now I see that you are badly, and now I know how you felt
You were an example to me, and now I’m improving myself"
Excerto de uma letra das mais velhas de sempre escrita por mim (o resto é merda e tá mal escrito).
Bloco de Notas III
Despair by Love For you
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|-2-2-2-2-2-2-2-2-||-4-4-4-2-2-|
|-2-2-2-2-2-2-2-2-||-4-4-4-2-2-|
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|-2-2-2-2-2-2-2-2-||-4-4-4-2-2-|
|-3-3-3-3-3-3-3-3-||-5-5-5-3-3-|
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|-2-2-2-2-2-2-2-2-||-4-4-4-2-2-|
|-2-2-2-2-2-2-2-2-||-4-4-4-2-2-|
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|-2-2-2-2-2-2-2-2-||-4-4-4-2-2-|
|-3-3-3-3-3-3-3-3-||-5-5-5-3-3-|
Walk
Se estás com raiva, vai dar um passeio;
Se estás frustrado, vai dar um passeio;
Se achas que agiste mal, vai dar um passeio;
Se tiveres que gastar umas calorias, vai passear.
Passei uma meia hora a andar até minha casa, com headphones postos, depois de ter tido uma grande discussão. Três quilometros deram fruto a Relaxamento. Cantei/Berrei letras de música. Não me preocupei.
Aconselho.
Se estás frustrado, vai dar um passeio;
Se achas que agiste mal, vai dar um passeio;
Se tiveres que gastar umas calorias, vai passear.
Passei uma meia hora a andar até minha casa, com headphones postos, depois de ter tido uma grande discussão. Três quilometros deram fruto a Relaxamento. Cantei/Berrei letras de música. Não me preocupei.
Aconselho.
domingo, maio 16, 2010
Feliz Aniversário - 16 Maio
Parabéns Patreco
Foste o melhor amigo de maior duração até hoje. Zangámo-nos milhares de vezes, Mas faziamos as pazes essas mesmas milhares de Vezes. É uma grande amizade que ainda perdura
Foste o melhor amigo de maior duração até hoje. Zangámo-nos milhares de vezes, Mas faziamos as pazes essas mesmas milhares de Vezes. É uma grande amizade que ainda perdura
Bloco de Notas I
Escreve apenas se estiveres com inspiração. Não escrevas se não estiveres com tal. Lê se estiveres com Raiva, ou se estiveres neura. Ouve música, tenta relaxar e se calhar, aí estarás apto para escrever ou desabafar. Mas artisticamente.
Enfim coisas secretas. Será uma falta de respeito e uma violação da minha privacidade, abrires este bloco de notas, além desta página
Enfim coisas secretas. Será uma falta de respeito e uma violação da minha privacidade, abrires este bloco de notas, além desta página
Aqui fica estabelecido o Limite
«Se abrires uma coisa, fecha-a»
Bloco de Notas - Introdução
Vou começar a escrever o ante-blog. Tinha uma espécie de diário antes de começar a escrever no blog. Punha lá Letras de música, frases que gostava, riffs, desenhos, etc. Well Mile vem daqui.
Armazem de Ideias - O encontro 2
Apenas trocas de olhares... Parecia que se trocavam ideias ;)
Uma boa noite de nostalgía, suficiente para trazer os velhos ares.
Uma boa noite de nostalgía, suficiente para trazer os velhos ares.
sábado, maio 15, 2010
Armazem de Ideias - O encontro
Acontecerá esta noite. Numa festa muito catita de reencontro de velhos amigos, a que é impossivel não comparecer. Para alem de restabelecer contacto com velhos Amigos (Fitter Happier), conheço pessoas novas, e é esta a festa que mais me agrada ir: a dos meus primeiros 2 melhores Amigos.
E falando do encontro entre o Leukemia Schizophrenia Polyethylene & Dopamine Catecholamine Neurotransmitter Norepinep
Até lá :)
E falando do encontro entre o Leukemia Schizophrenia Polyethylene & Dopamine Catecholamine Neurotransmitter Norepinep
Até lá :)
God's at my playlist
Bem, eu costumo ouvir música em modo aleatório. E no outro dia aconteceu-me algumas coisas estranhas:
Knives Out
These Are My Twisted Words
Stairway to heaven
(esta ordem verifica-se numas entradas de blog)
True Love Waits
Talk Show Host
India Rubber
Punchdrunk Lovesick Singalong
Blow Out
2+2=5
Paranoid Android
(Amor, Romeu-Julieta, Amor não correspondido, Tragédia Amorosa, Maré de má sorte, Isolamento, Resumo [se virem as letras de cada música percebem melhor], este conjunto faz partes das musicas que mais me tocam no Amor, esteja ele numa boa ou má fase)
Esta ultima é de uma probabilidade mínima. Foi mágico: aconselho ouvir a quem quiser Amar incondicionalmente. (Vou ouvir)
Knives Out
These Are My Twisted Words
Stairway to heaven
(esta ordem verifica-se numas entradas de blog)
True Love Waits
Talk Show Host
India Rubber
Punchdrunk Lovesick Singalong
Blow Out
2+2=5
Paranoid Android
(Amor, Romeu-Julieta, Amor não correspondido, Tragédia Amorosa, Maré de má sorte, Isolamento, Resumo [se virem as letras de cada música percebem melhor], este conjunto faz partes das musicas que mais me tocam no Amor, esteja ele numa boa ou má fase)
Esta ultima é de uma probabilidade mínima. Foi mágico: aconselho ouvir a quem quiser Amar incondicionalmente. (Vou ouvir)
there there
In pitch dark i go walking in your landscape.
Broken branches trip me as i speak.
Just because you feel it doesnt mean it's there.
Just because you feel it doesnt mean it's there.
There's always a siren
Singing you to shipwreck.
(Don't reach out, don't reach out)
Steer away from these rocks
We'd be a walking disaster.
(Don't reach out, don't reach out)
Just because you feel it doesn't mean it's there.
(There's someone on your shoulder)
Just because you feel it doesn't mean it's there.
(There's someone on your shoulder)
There there
Why so green
And lonely?
Heaven sent you
To me.
We are accidents
Waiting waiting to happen.
We are accidents
Waiting waiting to happen.
Broken branches trip me as i speak.
Just because you feel it doesnt mean it's there.
Just because you feel it doesnt mean it's there.
There's always a siren
Singing you to shipwreck.
(Don't reach out, don't reach out)
Steer away from these rocks
We'd be a walking disaster.
(Don't reach out, don't reach out)
Just because you feel it doesn't mean it's there.
(There's someone on your shoulder)
Just because you feel it doesn't mean it's there.
(There's someone on your shoulder)
There there
Why so green
And lonely?
Heaven sent you
To me.
We are accidents
Waiting waiting to happen.
We are accidents
Waiting waiting to happen.
Rehearsal - Calce
Tempos de Dança, Algazarra, Sinfonia, Ritmo, Humor, Aprendizagem, Sintonia. (é quase bliss!)
É um ensaio que se prolonga até à meia-noite, desde as 9.30. Eu adoro este tempo que tocamos, que nos sentimos uma grande família, sabendo que trabalhamos juntos para alcançar um objectivo: tocar o raio da música até ao fim.
E eu anseio por entrar na família.
É um ensaio que se prolonga até à meia-noite, desde as 9.30. Eu adoro este tempo que tocamos, que nos sentimos uma grande família, sabendo que trabalhamos juntos para alcançar um objectivo: tocar o raio da música até ao fim.
E eu anseio por entrar na família.
Tactico
Hoquei! Não magoei os pés! Ou seja, hoje é um dia especial. Como aspirante a capitão de equipa, tentei fazer com que o empenho da equipa tivesse mais eficiencia, e deu resultado. Num jogo de 5 contra 4 (nós os 4, mas rapazes só, contra 4 raparigas, incluindo guarda redes fixo e com ajuda adicional do treinador), patinámos pouco, mas marcámos muito. Sei que ficou "qualquer-coisa"-2, vitória nossa (qualquer coisa).
Deixa o espirito de liderança crescer em ti :)
Deixa o espirito de liderança crescer em ti :)
quinta-feira, maio 13, 2010
Leroy Wein X
(...)
Já no dia seguinte, Leroy acordava numa pressa: era tarde. “Preciso de me arranjar, limpar o flat, e fazer a comida!”. Leroy ficara até tarde a estudar, tendo feito uma pausa à tarde para comprar a comida para o dia seguinte, ou seja, o actual. Já tinha posto a descongelar a carne; a alface, o tomate, a cenoura e o pepino já estavam a arejar na varanda com um protector para que moscas, pombos ou outro tipo qualquer de bicho, não pudessem tocar na comida. Cinco minutos depois, saído de um duche rápido e envolvido em perfumes exagerados, Leroy preparava o almoço, cortava em fatias finas a carne tenra e aguava e lavava os vegetais. Ainda de toalha enrolado. O flat estava pouco desarrumado, era fácil de arrumar o que não o estava, mas o que estava, dava um ar muito diferente – nojo: uma caixa de pizza aberta com algumas fatias lá dentro e já algumas mosquinhas à volta, livros abertos pelo chão da Sala/Quarto, cama desfeita, e cheiro a sono (aquele cheiro de suores de noite). Por sorte era a única divisão suja, a cozinha tinha sido poupada para esse mesmo motivo, comendo pizza, não se suja mais nada.
Enfim, depois de posta a aquecer, a carne e de temperada a salada, limpava os detalhes que eu acabei de referir, mudou os lençóis, e até pôs um vazo com um flor amarela numa mesa à frente do Sofá-cama. De repente, batem à porta. “Bolas” pensava Leroy, “Só me faltava vestir-me”. Leroy diz alto:
- Um momento!
- Sou eu, o Hugh.
- Ah Ok.
Mais descansado, lá vai Leroy abrir a porta. Depois de aberta, descobre que o amigo tinha omitido a presença de Mary e de Char.
- Uuh, Cor-de-rosa – Apontava Char para a toalha.
- Não estou preparado – Desculpava-se Leroy.
- Cá para mim querias festa. – Provocava Hugh murmurando.
- Olha vigia-me a carne por mim e não deixes a Char atacar a salada. È uma simples, mas vigia-a. – Ria-se Leroy.
Os outros 3 continuavam a conversa, enquanto Leroy se dirigia para a casa-de-banho para se vestir. Conseguia ouvir os risos delas, realmente Hugh conseguia animar uma festa, mesmo antes dela começar. Já pronto, foi para o pé do grupo.
- Querem que eu apresente a casa? – Interrompia Leroy - São só dois minutos, Já viram metade da casa: este é o meu quarto barra sala.
- É acolhedor. – Elogia Mary.
- Obrigado, e diz-se que o designer é o Hugh, não é assim?
- Pois, pois, vais ver quem é que vai ter emprego fixo daqui a um ano. – Amuava Hugh.
- Está ali a aparelhagem, Tv, posters das bandas de que vos contei sexta-feira, Este é o meu Sofá-Cama. – Apresentava Leroy, que depois de um breve silêncio provoca – Até me admiro, Hugh, por não estares a mandar uma boquinha.
- Ahah, é verdade, até arrumaste o teu quarto! Foi preciso a tua mãezinha vir dizer-te para fazer isto? – Reconciliava Hugh.
- É verdade. – Entrava Leroy na brincadeira – Mas enfim. Vamos à cozinha. Mas um de cada vez: não cabemos todos de uma vez, acho.
- É realmente minúscula – Ria-se Mary.
- É daqui que queres mostrar ao mundo que cozinhas? – Troçava Char
- Yup, que achas? – Perguntava Leroy, com ar de inocente.
- Eh... Perco-me aqui – continuava Char.
- Ahah – Apoiava Hugh – Ao menos o cheirinho não se concentra só aqui.
- Também acho. – Ajudava Mary.
- Obrigado aos dois. Vão se sentando à volta da mesa, no chão; limpei há pouco, não há quaisquer preocupações. E o manjar está pronto a sair.
- Está bem Leroy, Obrigado pela visita guiada – Agradecia Char.
- A casa de banho é do outro lado - antecipava Hugh, sabendo que a visita não estava findada.
- Vou inspeccioná-la – Disfarçava Mary.
Enquanto se esperava, Leroy resolveu deixar uns aperitivos para provocar a barriga para um bom banquete. Abriu um pacote de pistachios e deitou-os numa tigelinha, servindo-a depois, na sala/quarto.
- Enquanto esperamos. – Apresentava Leroy
- Muito obrigado Leroy – Dizia Hugh.
- Obrigada – Agradecia Char.
E voltava Mary da casa de banho após um estrondo se ouvir depois desta apertar o autoclismo e fechar a porta.
- Uh, que pivete. – Brincava Hugh
As bochechas de Mary coravam, mas defendia-se:
- Que mentiroso.
Leroy ria-se para si mesmo enquanto tirava a carne do forno e regava-a uma última vez. O cheiro espalhava-se pelo flat, e as pessoas apuravam o olfacto:
- Ah, quem me dera não ser vegetariana! – Desejava Char
- É uma opção tua – Picava Leroy ao levar as travessas da salada e da carne para a mesa da sala.
- Vamos ter de comer como os chineses, sentados numa almofada, porque a mesa é baixa. – Alertava Leroy.
- Eu não quero saber onde como, desde que coma! – Elogiava, por assim dizer, Hugh.
- Obrigado Hugh – Sorria Leroy.
E o grupo recomeçava outro festival gastronómico, entre comentários à comida. Char deliciava-se com a salada, referindo a perfeita combinação de orégãos com a simplicidade composta na salada. Hugh não dizia nada, Leroy já o sabia, vindo dele. Mary, chorava por mais. Os dotes de Leroy impressionavam o pessoal tanto quanto os do Chef, dando um ambiente muito estimulante a prazer no flat.
- O que é que fazemos agora? – Perguntava Char.
- Podemos ficar aqui a falar e ouvir música. – Propunha Leroy – É domingo, e apetece-me descansar com amigos.
- Eu também vou nessa – Concorda Char
- E se alugássemos um filme? – Sugeria Hugh – Ligávamos o PC à Tv e víamos um filme engraçado. Tens pipocas Leroy?
- Que boa ideia – Quase que saltava Mary de agitação.
- Não, não tenho Hugh. Onde é que podíamos comprar pipocas sem andar muito?
- Passámos, há pouco, por uma loja de aluguer de filmes que também vendia pipocas. Reparei nela, mas não comentei. – Dizia Char - Realmente era mesmo estranha.
- Lembras-te de onde é? – Perguntava Hugh.
- Acho que sim – Afirmava Char.
- Ok, não é preciso irmos todos. Ficam cá dois, e vão para lá dois. – Planeava Leroy.
- Vens comigo Mary – Dizia Char.
- Não têm medo de ir sozinhas? – Provocava Hugh
- Não! – Dizia Char, espetando a língua.
- Está bem, mas ainda não decidimos que filme ver. – Lembrou Leroy.
- Ahah, pois é. A mim apetece-me um de Tim Burton – Dizia Hugh
- Hmm, também ia num desses – concordava Leroy
- Não conheço muito o seu trabalho – Dizia Char – Tenho andado com preguiça para explorar o desconhecido.
Breve silêncio.
- Então Mary? Então e tu? – Perguntava Hugh, numa tentativa de a puxar para o grupo.
- O que quiserem. – Concedia Mary, e corava com as seguintes palavras – Eu vejo qualquer coisa depois desta refeição.
- Obrigado Mary. Mas conheces algum filme do Burton? – Interrogava Leroy.
- Alguns. Eu posso escolher.
- Não se preocupem, que ela tem bom gosto – Completava Char por Mary.
- Está bem. Nós vamos ligando o computador à tv, e a aparelhagem também, vamos ter uma espécie de Cinema em casa. – Convidava Hugh para uma festa que parecia estar prestes a começar. – E vocês escolhem um DVD qualquer do Tim Burton. Se demorarem mais de 20 minutos, telefono-te Char.
- Está bem. Até já, rapazes. – Dizia Char
- Até já – Retirava-se Mary.
- Até já, raparigas – Despediam-se os Dois em coro.
(...)
Já no dia seguinte, Leroy acordava numa pressa: era tarde. “Preciso de me arranjar, limpar o flat, e fazer a comida!”. Leroy ficara até tarde a estudar, tendo feito uma pausa à tarde para comprar a comida para o dia seguinte, ou seja, o actual. Já tinha posto a descongelar a carne; a alface, o tomate, a cenoura e o pepino já estavam a arejar na varanda com um protector para que moscas, pombos ou outro tipo qualquer de bicho, não pudessem tocar na comida. Cinco minutos depois, saído de um duche rápido e envolvido em perfumes exagerados, Leroy preparava o almoço, cortava em fatias finas a carne tenra e aguava e lavava os vegetais. Ainda de toalha enrolado. O flat estava pouco desarrumado, era fácil de arrumar o que não o estava, mas o que estava, dava um ar muito diferente – nojo: uma caixa de pizza aberta com algumas fatias lá dentro e já algumas mosquinhas à volta, livros abertos pelo chão da Sala/Quarto, cama desfeita, e cheiro a sono (aquele cheiro de suores de noite). Por sorte era a única divisão suja, a cozinha tinha sido poupada para esse mesmo motivo, comendo pizza, não se suja mais nada.
Enfim, depois de posta a aquecer, a carne e de temperada a salada, limpava os detalhes que eu acabei de referir, mudou os lençóis, e até pôs um vazo com um flor amarela numa mesa à frente do Sofá-cama. De repente, batem à porta. “Bolas” pensava Leroy, “Só me faltava vestir-me”. Leroy diz alto:
- Um momento!
- Sou eu, o Hugh.
- Ah Ok.
Mais descansado, lá vai Leroy abrir a porta. Depois de aberta, descobre que o amigo tinha omitido a presença de Mary e de Char.
- Uuh, Cor-de-rosa – Apontava Char para a toalha.
- Não estou preparado – Desculpava-se Leroy.
- Cá para mim querias festa. – Provocava Hugh murmurando.
- Olha vigia-me a carne por mim e não deixes a Char atacar a salada. È uma simples, mas vigia-a. – Ria-se Leroy.
Os outros 3 continuavam a conversa, enquanto Leroy se dirigia para a casa-de-banho para se vestir. Conseguia ouvir os risos delas, realmente Hugh conseguia animar uma festa, mesmo antes dela começar. Já pronto, foi para o pé do grupo.
- Querem que eu apresente a casa? – Interrompia Leroy - São só dois minutos, Já viram metade da casa: este é o meu quarto barra sala.
- É acolhedor. – Elogia Mary.
- Obrigado, e diz-se que o designer é o Hugh, não é assim?
- Pois, pois, vais ver quem é que vai ter emprego fixo daqui a um ano. – Amuava Hugh.
- Está ali a aparelhagem, Tv, posters das bandas de que vos contei sexta-feira, Este é o meu Sofá-Cama. – Apresentava Leroy, que depois de um breve silêncio provoca – Até me admiro, Hugh, por não estares a mandar uma boquinha.
- Ahah, é verdade, até arrumaste o teu quarto! Foi preciso a tua mãezinha vir dizer-te para fazer isto? – Reconciliava Hugh.
- É verdade. – Entrava Leroy na brincadeira – Mas enfim. Vamos à cozinha. Mas um de cada vez: não cabemos todos de uma vez, acho.
- É realmente minúscula – Ria-se Mary.
- É daqui que queres mostrar ao mundo que cozinhas? – Troçava Char
- Yup, que achas? – Perguntava Leroy, com ar de inocente.
- Eh... Perco-me aqui – continuava Char.
- Ahah – Apoiava Hugh – Ao menos o cheirinho não se concentra só aqui.
- Também acho. – Ajudava Mary.
- Obrigado aos dois. Vão se sentando à volta da mesa, no chão; limpei há pouco, não há quaisquer preocupações. E o manjar está pronto a sair.
- Está bem Leroy, Obrigado pela visita guiada – Agradecia Char.
- A casa de banho é do outro lado - antecipava Hugh, sabendo que a visita não estava findada.
- Vou inspeccioná-la – Disfarçava Mary.
Enquanto se esperava, Leroy resolveu deixar uns aperitivos para provocar a barriga para um bom banquete. Abriu um pacote de pistachios e deitou-os numa tigelinha, servindo-a depois, na sala/quarto.
- Enquanto esperamos. – Apresentava Leroy
- Muito obrigado Leroy – Dizia Hugh.
- Obrigada – Agradecia Char.
E voltava Mary da casa de banho após um estrondo se ouvir depois desta apertar o autoclismo e fechar a porta.
- Uh, que pivete. – Brincava Hugh
As bochechas de Mary coravam, mas defendia-se:
- Que mentiroso.
Leroy ria-se para si mesmo enquanto tirava a carne do forno e regava-a uma última vez. O cheiro espalhava-se pelo flat, e as pessoas apuravam o olfacto:
- Ah, quem me dera não ser vegetariana! – Desejava Char
- É uma opção tua – Picava Leroy ao levar as travessas da salada e da carne para a mesa da sala.
- Vamos ter de comer como os chineses, sentados numa almofada, porque a mesa é baixa. – Alertava Leroy.
- Eu não quero saber onde como, desde que coma! – Elogiava, por assim dizer, Hugh.
- Obrigado Hugh – Sorria Leroy.
E o grupo recomeçava outro festival gastronómico, entre comentários à comida. Char deliciava-se com a salada, referindo a perfeita combinação de orégãos com a simplicidade composta na salada. Hugh não dizia nada, Leroy já o sabia, vindo dele. Mary, chorava por mais. Os dotes de Leroy impressionavam o pessoal tanto quanto os do Chef, dando um ambiente muito estimulante a prazer no flat.
- O que é que fazemos agora? – Perguntava Char.
- Podemos ficar aqui a falar e ouvir música. – Propunha Leroy – É domingo, e apetece-me descansar com amigos.
- Eu também vou nessa – Concorda Char
- E se alugássemos um filme? – Sugeria Hugh – Ligávamos o PC à Tv e víamos um filme engraçado. Tens pipocas Leroy?
- Que boa ideia – Quase que saltava Mary de agitação.
- Não, não tenho Hugh. Onde é que podíamos comprar pipocas sem andar muito?
- Passámos, há pouco, por uma loja de aluguer de filmes que também vendia pipocas. Reparei nela, mas não comentei. – Dizia Char - Realmente era mesmo estranha.
- Lembras-te de onde é? – Perguntava Hugh.
- Acho que sim – Afirmava Char.
- Ok, não é preciso irmos todos. Ficam cá dois, e vão para lá dois. – Planeava Leroy.
- Vens comigo Mary – Dizia Char.
- Não têm medo de ir sozinhas? – Provocava Hugh
- Não! – Dizia Char, espetando a língua.
- Está bem, mas ainda não decidimos que filme ver. – Lembrou Leroy.
- Ahah, pois é. A mim apetece-me um de Tim Burton – Dizia Hugh
- Hmm, também ia num desses – concordava Leroy
- Não conheço muito o seu trabalho – Dizia Char – Tenho andado com preguiça para explorar o desconhecido.
Breve silêncio.
- Então Mary? Então e tu? – Perguntava Hugh, numa tentativa de a puxar para o grupo.
- O que quiserem. – Concedia Mary, e corava com as seguintes palavras – Eu vejo qualquer coisa depois desta refeição.
- Obrigado Mary. Mas conheces algum filme do Burton? – Interrogava Leroy.
- Alguns. Eu posso escolher.
- Não se preocupem, que ela tem bom gosto – Completava Char por Mary.
- Está bem. Nós vamos ligando o computador à tv, e a aparelhagem também, vamos ter uma espécie de Cinema em casa. – Convidava Hugh para uma festa que parecia estar prestes a começar. – E vocês escolhem um DVD qualquer do Tim Burton. Se demorarem mais de 20 minutos, telefono-te Char.
- Está bem. Até já, rapazes. – Dizia Char
- Até já – Retirava-se Mary.
- Até já, raparigas – Despediam-se os Dois em coro.
(...)
Amigos
Preciso que haja alguem que me diga o quão bom sou naquilo que faço, o engraçado que às vezes sou, a boa pessoa que sou, o bom amigo que sou. Os amigos estão sempre lá, para me dizer isso. Mas preciso de mais :x
Breve
No meio da felicidade e da miséria há as portas, Eu estou à janela :p
E enquanto não há barba, Tongues Outside :D
The End
Já descobri como vou acabar, não direi aqui; um dia irão saber como pus um fim.
Eu sei o deprimente que estou a ser. Eu sei o quanto mal me pode acontecer, e não vejo o bem que me poderá acontecer. Sou o tipo de Homem que tenta sem conseguir, que faz por isso sem qualquer recompensa, nem mesmo um prémio de honra. Sou o tipo de Homem que se afoga nas suas lágrimas, por não saber que coisas boas lhe espera, centrando-se nas más. Sou o tipo de Homem que espera e espera e espera. Até faço alguma coisa, mas de qualquer maneira estou destinado a ter azar. Por favor, um intervalo? Não? Eu sabia, daí pensar que quero acabar o jogo, pois sei que o intervalo será menor que o jogo. O jogo tortura-me, e o intervalo darme-ia tempo para pensar. E eu não preciso de tempo para pensar, preciso de tempo para ser feliz.
Será que me poderias dar um, Homem Tempo??
(por favor, sem comentários neste)
Eu sei o deprimente que estou a ser. Eu sei o quanto mal me pode acontecer, e não vejo o bem que me poderá acontecer. Sou o tipo de Homem que tenta sem conseguir, que faz por isso sem qualquer recompensa, nem mesmo um prémio de honra. Sou o tipo de Homem que se afoga nas suas lágrimas, por não saber que coisas boas lhe espera, centrando-se nas más. Sou o tipo de Homem que espera e espera e espera. Até faço alguma coisa, mas de qualquer maneira estou destinado a ter azar. Por favor, um intervalo? Não? Eu sabia, daí pensar que quero acabar o jogo, pois sei que o intervalo será menor que o jogo. O jogo tortura-me, e o intervalo darme-ia tempo para pensar. E eu não preciso de tempo para pensar, preciso de tempo para ser feliz.
Será que me poderias dar um, Homem Tempo??
(por favor, sem comentários neste)
These Are My Twisted Words 2
Estou farto das palavras perfeitas: quero as palavras certas nas suas posições certas. Não só na ordenação de frase, mas tambem como na ordem da vida: a falar com pessoas, a encantar (ou "desencantar") pessoas, fazer com que as pessoas me ouçam. Fazer com que as pessoas me sigam. Fazer com que as pessoas me AMEM!
2 meses e pouco :)
2 meses e pouco :)
quarta-feira, maio 12, 2010
Gente Ingrata / I blew Out
Lembram-se das pessoas que têm "felicidade a mais"?
Não se contentam com o que têm de bom, querendo sempre mais e mais! E aqueles que se magoaram com essas pessoas? E aqueles que lutavam pelo que esses tinham, que depois tinham de parar de lutar, porque estavam a ir demasiado longe? (E aqueles que pensam primeiro na felicidade dos outros antes do que na propria?)
Eu tenho de acordar essa gente, mandar parar, e eu continuar em frente com os meus objectivos! Mas não me posso simplesmente foder para os outros! Não é a minha pessoa (quem me dera poder fazer isso)
___________________________
In my mind and nailed into my heels.
All the time killing what I feel.
And everything I touch
[All wrapped up in cotton wool]
[All wrapped up and sugar coated]
turns to stone.
And everything I touch
[All wrapped up in cotton wool]
[All wrapped up and sugar coated]
turns stone.
I am fused just in case I blow out.
I am glued just because I crack out.
Everything I touch turns to stone.
Everything I touch
[All wrapped up in cotton wool]
[All wrapped up and sugar coated]
(Desculpa outra vez) we won't be same again, and for knowing it, it kills me.
Não se contentam com o que têm de bom, querendo sempre mais e mais! E aqueles que se magoaram com essas pessoas? E aqueles que lutavam pelo que esses tinham, que depois tinham de parar de lutar, porque estavam a ir demasiado longe? (E aqueles que pensam primeiro na felicidade dos outros antes do que na propria?)
Eu tenho de acordar essa gente, mandar parar, e eu continuar em frente com os meus objectivos! Mas não me posso simplesmente foder para os outros! Não é a minha pessoa (quem me dera poder fazer isso)
___________________________
In my mind and nailed into my heels.
All the time killing what I feel.
And everything I touch
[All wrapped up in cotton wool]
[All wrapped up and sugar coated]
turns to stone.
And everything I touch
[All wrapped up in cotton wool]
[All wrapped up and sugar coated]
turns stone.
I am fused just in case I blow out.
I am glued just because I crack out.
Everything I touch turns to stone.
Everything I touch
[All wrapped up in cotton wool]
[All wrapped up and sugar coated]
(Desculpa outra vez) we won't be same again, and for knowing it, it kills me.
Felicidade / Feliz Aniversário
Acho que a felicidade está mal balançada neste mundo: Há gente que se farta de ter aquilo por que luta, e muitos que lutam sem alcançarem qualquer valor estipulado. Por Humildade, essa Felicidade devia ser partilhada, mas parece que "já que estou feliz, deixa-me só ficar um bocadinho mais": Um tipo agarra tudo o que tem à sua frente, e por acaso, agarra um objectivo teu. Que merda podemos nós fazer contra isso? Temos noção do que é perder algo desejado de repente. Sabemos ainda, o quanto, que aquilo que nao temos, nos poderia fazer igualmente felizes. E é esta a grande questão: poderemos nós todos sermos felizes ao mesmo tempo? I wish we could (only because I would make part of the happy people)
_____________________
Agora para desanuviar um bocado:
Desejo uns grandes parabens a uma grande amiga de infancia: Cárminho. A melhor das felicidades :)
e Daqui a 4 dias, outro post parecido :)
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Agora para desanuviar um bocado:
Desejo uns grandes parabens a uma grande amiga de infancia: Cárminho. A melhor das felicidades :)
e Daqui a 4 dias, outro post parecido :)
Fitter Happier
Fitter, happier, more productive,
comfortable,
not drinking too much,
regular exercise at the gym
(3 days a week),
getting on better with your associate employee contemporaries,
at ease,
eating well
(no more microwave dinners and saturated fats),
a patient better driver,
a safer car
(baby smiling in back seat),
sleeping well
(no bad dreams),
no paranoia,
careful to all animals
(never washing spiders down the plughole),
keep in contact with old friends
(enjoy a drink now and then),
will frequently check credit at (moral) bank (hole in the wall),
favors for favors,
fond but not in love,
charity standing orders,
on Sundays ring road supermarket
(no killing moths or putting boiling water on the ants),
car wash
(also on Sundays),
no longer afraid of the dark or midday shadows
nothing so ridiculously teenage and desperate,
nothing so childish - at a better pace,
slower and more calculated,
no chance of escape,
now self-employed,
concerned (but powerless),
an empowered and informed member of society
(pragmatism not idealism),
will not cry in public,
less chance of illness,
tires that grip in the wet
(shot of baby strapped in back seat),
a good memory,
still cries at a good film,
still kisses with saliva,
no longer empty and frantic like a cat tied to a stick,
that's driven into frozen winter shit
(the ability to laugh at weakness),
calm,
fitter,
healthier and more productive
a pig in a cage on antibiotics.
comfortable,
not drinking too much,
regular exercise at the gym
(3 days a week),
getting on better with your associate employee contemporaries,
at ease,
eating well
(no more microwave dinners and saturated fats),
a patient better driver,
a safer car
(baby smiling in back seat),
sleeping well
(no bad dreams),
no paranoia,
careful to all animals
(never washing spiders down the plughole),
keep in contact with old friends
(enjoy a drink now and then),
will frequently check credit at (moral) bank (hole in the wall),
favors for favors,
fond but not in love,
charity standing orders,
on Sundays ring road supermarket
(no killing moths or putting boiling water on the ants),
car wash
(also on Sundays),
no longer afraid of the dark or midday shadows
nothing so ridiculously teenage and desperate,
nothing so childish - at a better pace,
slower and more calculated,
no chance of escape,
now self-employed,
concerned (but powerless),
an empowered and informed member of society
(pragmatism not idealism),
will not cry in public,
less chance of illness,
tires that grip in the wet
(shot of baby strapped in back seat),
a good memory,
still cries at a good film,
still kisses with saliva,
no longer empty and frantic like a cat tied to a stick,
that's driven into frozen winter shit
(the ability to laugh at weakness),
calm,
fitter,
healthier and more productive
a pig in a cage on antibiotics.
Palavra
Eu possuo o dom da palavra, mas de que serve, se não são elas que me fazem possuir-te a ti?
Blog :)
Blog :)
(Erro) Venenoso
É a verdade que me consome
A Auto-destruição insere-se no comando
Um erro cometido, nunca é esquecido
E o mesmo vale dez de boas acções
O que tentares fazer por recompensa,
Será Inutil, Criaste um Veneno que corroi
Sentimentos por prazer, Vivacidades para viver
Amor por capricho, Amizade por maldade
É um ser que já não controlas, Mata-te sem saberes
Descobres-te Nu, Sem protecção
Os teus segredos são revelados, a tua pessoa descoberta
Os teus males Vivem por cima dos teus bens
Perdeste o controlo, e de seguida o Total
"Já não moras neste corpo"
Diz o Veneno à tua Alma
A Auto-destruição insere-se no comando
Um erro cometido, nunca é esquecido
E o mesmo vale dez de boas acções
O que tentares fazer por recompensa,
Será Inutil, Criaste um Veneno que corroi
Sentimentos por prazer, Vivacidades para viver
Amor por capricho, Amizade por maldade
É um ser que já não controlas, Mata-te sem saberes
Descobres-te Nu, Sem protecção
Os teus segredos são revelados, a tua pessoa descoberta
Os teus males Vivem por cima dos teus bens
Perdeste o controlo, e de seguida o Total
"Já não moras neste corpo"
Diz o Veneno à tua Alma
Desculpa
Perdi noção do que me rodeava
Concentrei-me no meu raro egocentrismo
Gritei Letras de Raiva sem menor saber
Feri sentimentos que ignorei sua presença
Agora reparo que Matei alguma coisa
E agora quero ressuscitá-la
E espero seriamente que volte a viver
Percebo que é dificil neutralizar acções
Mas ainda assim, Rendo-me, redondo,
À oração mais subvalorizada de sempre:
Por favor, desculpa-me.
For Bliss (desculpa saí de mim :c )
Concentrei-me no meu raro egocentrismo
Gritei Letras de Raiva sem menor saber
Feri sentimentos que ignorei sua presença
Agora reparo que Matei alguma coisa
E agora quero ressuscitá-la
E espero seriamente que volte a viver
Percebo que é dificil neutralizar acções
Mas ainda assim, Rendo-me, redondo,
À oração mais subvalorizada de sempre:
Por favor, desculpa-me.
For Bliss (desculpa saí de mim :c )
Resolução
Vou experimentar fazer uma lista de coisas para fazer...
1 - Crescer
2 - Aprender com os erros
3 - Impor a minha posição
4 - Perceber que Sou tão ou mais importante que os outros
5 - Ser Forte
6 - Sorrir quando impossivel
7 - Ser Optimista
8 - Controlar as minhas emoções
9 - Não me deixar levar
10 - Esquecer e Seguir em frente
11 - Matar o desgosto com Ferocidade
12 - Não ouvir Radiohead em momentos de mágoa.
13 - Libertar a Raiva
14 - Ter mais coragem
15 - Desabafar menos no Blog
16 - Comprar Saco de murros
17 - Libertar a Raiva outra vez
18 - Controlar Raiva desnecessária
19 - Alcançar a Felicidade
20 - Arranjar uma namorada
Ps: Ver comentários, pois são os meus amigos que aprovam o que devo fazer, às vezes controlam-me de uma boa maneira, para quando não penso duas vezes. Devia começar a pensar 3 vezes.
1 - Crescer
2 - Aprender com os erros
3 - Impor a minha posição
4 - Perceber que Sou tão ou mais importante que os outros
5 - Ser Forte
6 - Sorrir quando impossivel
7 - Ser Optimista
8 - Controlar as minhas emoções
9 - Não me deixar levar
10 - Esquecer e Seguir em frente
11 - Matar o desgosto com Ferocidade
12 - Não ouvir Radiohead em momentos de mágoa.
13 - Libertar a Raiva
14 - Ter mais coragem
15 - Desabafar menos no Blog
16 - Comprar Saco de murros
17 - Libertar a Raiva outra vez
18 - Controlar Raiva desnecessária
19 - Alcançar a Felicidade
20 - Arranjar uma namorada
Ps: Ver comentários, pois são os meus amigos que aprovam o que devo fazer, às vezes controlam-me de uma boa maneira, para quando não penso duas vezes. Devia começar a pensar 3 vezes.
terça-feira, maio 11, 2010
From Bliss, to Earth
«Horas e horas passaram como se de minutos se tratassem. Sempre com algo mais a dizer, sempre com palavras, risos, silêncios, sons. “posso desligar?” “nhão”. É destas pequenas coisas que gosto, e que me fazem pensar do que as amizades são feitas e de como são feitas. Sabes o que eu acho? (vou tentar não ser pessimista) que isto não é normal, ou seja, não é normal mas é saudável, bastante saudável e por isso mesmo, de uma coisa tenho a certeza: mais 4h viram, mais “ooin! Ooh pa!”, mais “atoms of peace”. Q. "I call up my friend the good angel"»
With Love,
With Love,
The Friendship
by bliss
segunda-feira, maio 10, 2010
4hour calling
I call you, You pick me up
We go for a long time walk
We try to never return
To this grey boring world
We arrest ourselves against
This colourful Living world
Where we paint the landscape
And pretend we're so happy
And there's time for laughter
Time to change everything
We could start over again
Or end up in another good way
But the time to close the call
Has always got to come
To kill our little world
And wake ourselves up for the real thing
bip bip bip
We go for a long time walk
We try to never return
To this grey boring world
We arrest ourselves against
This colourful Living world
Where we paint the landscape
And pretend we're so happy
And there's time for laughter
Time to change everything
We could start over again
Or end up in another good way
But the time to close the call
Has always got to come
To kill our little world
And wake ourselves up for the real thing
bip bip bip
Razão - Cepticismo
(ainda...)
Bem, isto tá a revelar uma maneira gira de estudar
Como é que temos tanta certeza que os nossos sentidos transmitem experiencia, e por aí conhecimento? Não conseguimos alcançar a Verdade pelos sentidos, apenas a verosimilhança.
A questão é: Como podemos confiar tanto na razão? Como puderemos nós deixarmo-nos levar tão cegamente pela razão? (Não há razão de felicidade, porquê arranjar explicação para tudo?) Pode haver algo mais verdadeiro que a razão; Tem que haver! (desculpem o cliché: ) O Amor é mais verdadeiro que a Razão. Este é Dogmático, a Razão não o é. Se bem que há amores e amores... (e Voltando à filosofia: ) Acredito apenas numa coisa: que sou céptico (hehe), mas admito que o cepticismo é o raciocinio dos fracos, Não luta por descobrir uma tese mais dogmática que a actualmente dogmática. Portanto, não, não sou ceptico (acredito no Amor[, sorry again]), sou apenas um preguiçoso xD
Bem, isto tá a revelar uma maneira gira de estudar
Como é que temos tanta certeza que os nossos sentidos transmitem experiencia, e por aí conhecimento? Não conseguimos alcançar a Verdade pelos sentidos, apenas a verosimilhança.
A questão é: Como podemos confiar tanto na razão? Como puderemos nós deixarmo-nos levar tão cegamente pela razão? (Não há razão de felicidade, porquê arranjar explicação para tudo?) Pode haver algo mais verdadeiro que a razão; Tem que haver! (desculpem o cliché: ) O Amor é mais verdadeiro que a Razão. Este é Dogmático, a Razão não o é. Se bem que há amores e amores... (e Voltando à filosofia: ) Acredito apenas numa coisa: que sou céptico (hehe), mas admito que o cepticismo é o raciocinio dos fracos, Não luta por descobrir uma tese mais dogmática que a actualmente dogmática. Portanto, não, não sou ceptico (acredito no Amor[, sorry again]), sou apenas um preguiçoso xD
Dogmático
(a estudar filosofia)
É o que toda a gente gostaria de ser não é? Dogmático: que os outros admitissem sem discussão alguma que o seu ponto de vista é verdadeiro e válido. Não era belo? Agora vou decidir que isto é assim: e passava a ser... Aaah que bom :) Era ou não era? Deus é dogmático; o que acontece, é que ele já morreu e já não há nada que se possa decidir. Estamos a bordo de um Navio sem capitão (sem querer, What a Catch, Donnie).
Vou comer Dogmuts (Donuts dogmáticos).
É o que toda a gente gostaria de ser não é? Dogmático: que os outros admitissem sem discussão alguma que o seu ponto de vista é verdadeiro e válido. Não era belo? Agora vou decidir que isto é assim: e passava a ser... Aaah que bom :) Era ou não era? Deus é dogmático; o que acontece, é que ele já morreu e já não há nada que se possa decidir. Estamos a bordo de um Navio sem capitão (sem querer, What a Catch, Donnie).
Vou comer Dogmuts (Donuts dogmáticos).
domingo, maio 09, 2010
Grandola, Vila Serena
Sim, Só posso estar a gozar :p
Venho a publicar por este meio, que o pessoal de Grandola, que tão recentemente, vim a conhecer, é um espetáculo. Vou lá num destes dias :) Ver se conheço mais gente formidável
Vim para o lugar errado
Venho a publicar por este meio, que o pessoal de Grandola, que tão recentemente, vim a conhecer, é um espetáculo. Vou lá num destes dias :) Ver se conheço mais gente formidável
Vim para o lugar errado
The Call
"I call up my friend the good angel"
3 horas, das melhores que eu já passei. Quem diria que risos, palavras, expressões e canções pudessem dar vida a 3 horas. Mágicas mesmo :)
Há que repetir, volto a repetir :p
3 horas, das melhores que eu já passei. Quem diria que risos, palavras, expressões e canções pudessem dar vida a 3 horas. Mágicas mesmo :)
Há que repetir, volto a repetir :p
Le Dash Rock
Agradeço ao Armazem, a Nova definição de The Dash Rock:
leukemia schizophrenia polyethylene
leukemia schizophrenia polyethylene
Polyethylene, Pt 2
right, one, two, three, four
so sell your suit and tie and come and live with me
leukemia schizophrenia polyethylene
there is no significant risk to your health
she used to be beautiful once as well
plastic bag, middle class, polyethylene
decaffeinate, unleaded, keep all surfaces clean
if you don't believe this, sell your soul
if you don't get into it, no one will
so sell your suit and tie and come and live with me
leukemia schizophrenia polyethylene
there is no significant risk to your health
she used to be beautiful once as well
plastic bag, middle class, polyethylene
decaffeinate, unleaded, keep all surfaces clean
if you don't believe this, sell your soul
if you don't get into it, no one will
Polyethylene, Pt 1
Go
tears of joy now scare ourselves of all that you want to be
just got paid and now you're going, how inside you please
if i get scared I'll just call you and I'll miss your glow as I unsettle
oh, and I'll always feel, I will always be
tears of joy now scare ourselves of all that you want to be
just got paid and now you're going, how inside you please
if i get scared I'll just call you and I'll miss your glow as I unsettle
oh, and I'll always feel, I will always be
sábado, maio 08, 2010
Take it easy my brother Charles
Jorge Ben no seu melhor.
Conhecia esta musica dos Radiohead em que o Ed O'Brien dançava, mas trágicamente Thom roubava-lhe a fama.
Riam-se ;) Não sou o unico com barba neste mundo :D
Revisão de 1º Album, 1 pt
High Voltage(não é o australiano) > Appetite for destruction (segundo o Rei, este High voltage nao conta como 1º, Tem razão, mas ainda assim deixo como está)
The Wombats - The Wombats Proudly Present..A Guide To Love, Loss and Desperation - Perfeito
Radiohead - Pablo Honey - Tentativa de entrada no mundo da MTV (graças a Deus, não entraram lá muito bem)
Keane - Hopes And Fears - Melódico
The Wombats - The Wombats Proudly Present..A Guide To Love, Loss and Desperation - Perfeito
Radiohead - Pablo Honey - Tentativa de entrada no mundo da MTV (graças a Deus, não entraram lá muito bem)
Keane - Hopes And Fears - Melódico
Pseudo-Directas
Quase que tive uma nesta noite, a falar com uma amiga. E tive hoquei hoje de manhã (acordei as 7.30). Resultado? Hoje estou um zombie! FOME, DESESPERO HIGIENICO, SONO! Que dose
Mas não me arrependo e há que repetir :)
Mas não me arrependo e há que repetir :)
Where is the beard?
Sinto saudades... Ou estou a crescer, ou simplesmente não sei. Mas que sinto falta de vos dar um momento de riso, sinto pois. Ou de ao menos postar alguma coisa que penso que poderá ser engraçado. Anyway...
sexta-feira, maio 07, 2010
Surpresas não, por favor
A heart that's full up like a landfill,
a job that slowly kills you,
bruises that won't heal.
You look so tired-unhappy,
bring down the government,
they don't, they don't speak for us.
I'll take a quiet life,
a handshake of carbon monoxide,
with no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises,
Silence, silence.
This is my final fit,
my final bellyache
with no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises please.
Such a pretty house
and such a pretty garden.
No alarms and no surprises (get me outta here),
no alarms and no surprises (get me outta here),
no alarms and no surprises, please.
---------------------
É uma música perfeita, Mas só nos apercebemos que é ainda mais, num momento de completa ingenuidade. Reparamos que simplesmente é Tudo! É perfeito mesmo.
a job that slowly kills you,
bruises that won't heal.
You look so tired-unhappy,
bring down the government,
they don't, they don't speak for us.
I'll take a quiet life,
a handshake of carbon monoxide,
with no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises,
Silence, silence.
This is my final fit,
my final bellyache
with no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises please.
Such a pretty house
and such a pretty garden.
No alarms and no surprises (get me outta here),
no alarms and no surprises (get me outta here),
no alarms and no surprises, please.
---------------------
É uma música perfeita, Mas só nos apercebemos que é ainda mais, num momento de completa ingenuidade. Reparamos que simplesmente é Tudo! É perfeito mesmo.
Happiness 2
Happiness
Someday I will shut down
I should be luckier,
Better, easily happy
Happier than I already am
I don’t know the rules
Teach me and I will play
Grow me and I’ll stay
Leave me and I’ll remain
Arrest me in your arms
Like I was a Child
I feel small on your side
Every time I turn wild
I’ve got time to be perfect
I don’t need any dash
I am good at moment
Just good enough
I’m eaten from inside
Someday I will shut down
I should be luckier,
Better, easily happy
Happier than I already am
I don’t know the rules
Teach me and I will play
Grow me and I’ll stay
Leave me and I’ll remain
Arrest me in your arms
Like I was a Child
I feel small on your side
Every time I turn wild
I’ve got time to be perfect
I don’t need any dash
I am good at moment
Just good enough
I’m eaten from inside
quinta-feira, maio 06, 2010
José
Amigos como este não há melhores. É o unico a que vou referir o nome, aos outros deixo o anonimato. Este permitiu e insistiu até para que o revelasse ao blog.
Pessoal este é o José :)
Pessoal este é o José :)
Rei
Porque o Rei Sabe Reinar:
http://redfootrock.blogspot.com/
Recomendo ao pessoal que gosta de futebol, mas não só: tambem contém Música, o grande tópico que eu apoio, Dêem uma olhada, vale toda a pena.
Keep rocking Red Foot Rock
http://redfootrock.blogspot.com/
Recomendo ao pessoal que gosta de futebol, mas não só: tambem contém Música, o grande tópico que eu apoio, Dêem uma olhada, vale toda a pena.
Keep rocking Red Foot Rock
Maluco
Eu sou estou a dar em maluco com duas coisas.
Primeira, por todo o mundo me chamar maluco! Já estou farto! A principio até tinha piada, pelas minhas ideias algo extravagantes, e tambem por aqueles conhecidos ataques de barba. Sim, posso ser criança, mas Maluco é coisa que NÃO sou!
A segunda vocês ainda não estão preparados para saber.
Primeira, por todo o mundo me chamar maluco! Já estou farto! A principio até tinha piada, pelas minhas ideias algo extravagantes, e tambem por aqueles conhecidos ataques de barba. Sim, posso ser criança, mas Maluco é coisa que NÃO sou!
A segunda vocês ainda não estão preparados para saber.
Inspirar
Tive esta conversa ao almoço com um amigo.
O porque é que eu escrevo tão pouco no principio de cada mês, Já no principio de Abril assim foi, até que me queixei de inspiração.
Portanto tirámos a conclusão de que o principio de cada mês, é a fase é que respiro, e depois é sempre a atacar. Como se preparasse para nadar debaixo de água: Inspirar, nadar. EU NÃO SOU MALUCO!!!
O porque é que eu escrevo tão pouco no principio de cada mês, Já no principio de Abril assim foi, até que me queixei de inspiração.
Portanto tirámos a conclusão de que o principio de cada mês, é a fase é que respiro, e depois é sempre a atacar. Como se preparasse para nadar debaixo de água: Inspirar, nadar. EU NÃO SOU MALUCO!!!
terça-feira, maio 04, 2010
Where's Leroy?
Desculpem malta, mas anda um bocado ausente, prometo pôr qualquer coisa em pouco tempo ;)
Tenho andado ocupado e ainda por cima com pouca inspiração. A guitarra que o diga.
Tenho andado ocupado e ainda por cima com pouca inspiração. A guitarra que o diga.
PompLaMoose
Remember Conte??
Aqui apresento os Pomplamoose: Nataly Dawn e Jack Conte.
Do you think you need some lovin'
Beat it (cover)
Always in the season
Notas fora de contexto: Jack tem um humor muito cómico, talvez ingénuo, Nataly tem uma voz a condizer com a cara de anjo e menos tontinha que o companheiro.
Aqui apresento os Pomplamoose: Nataly Dawn e Jack Conte.
Do you think you need some lovin'
Beat it (cover)
Always in the season
Notas fora de contexto: Jack tem um humor muito cómico, talvez ingénuo, Nataly tem uma voz a condizer com a cara de anjo e menos tontinha que o companheiro.
Freebird
Erro: Não é um bom filme. É um espetaculo de filme, E não aconselho ver.. Mando ver. É RIR do principio até ao fim dos créditos (porque ainda nos estamos a rir da segunda piada do filme). Ok talvez, algo exagerado, mas peço que vejam, se procuram por um bom tempo.
segunda-feira, maio 03, 2010
1 de maio
Agora conto:
Não sobrevivi pelas seguintes razões
Esqueci-me de:
Saco-cama,
Calções de banho,
Almofada,
Pijama,
Toalha,
Chinelos,
Cabeça.
Dormi 2 horas de sexta para sabado, estando 24 horas acordado (mesmas horas de lentes). Não apanhei bebedeiras... Fiz de "Babysitter", Bebi alto shot: Bin Laden (Tequila, Vodka e Golden Strike).
Para o próximo ano, fico-me pelas festas do Rei, essas é que são...
Não sobrevivi pelas seguintes razões
Esqueci-me de:
Saco-cama,
Calções de banho,
Almofada,
Pijama,
Toalha,
Chinelos,
Cabeça.
Dormi 2 horas de sexta para sabado, estando 24 horas acordado (mesmas horas de lentes). Não apanhei bebedeiras... Fiz de "Babysitter", Bebi alto shot: Bin Laden (Tequila, Vodka e Golden Strike).
Para o próximo ano, fico-me pelas festas do Rei, essas é que são...
ultimate catch phrases, pt 2
1. Se fosse um cão, seria um dálmata: Sou cheio de pinta
2. Ama-me que eu não vivo sempre.
3. (Not again...)
4. Duplo cromossoma x!!!
5. √11.0
6. Booyaah
7. Stadaconaaaaaaaa!
8. Love me two times baby, love me twice today.
9. The Planet is a gunboat in a sea of fear.
10. It's not what it looks like, It's just what it means
11. Próximo ano: será nosso
12. Stops and Home
13. Outra vez em inglês???
14. Yup
14. Parvalhão do blogger...
15. Estupida segunda personalidade do blogger.
16. Porque é que há dois 14's?
18. Porque não há 17.
19. Parva...
20. Chega...
2. Ama-me que eu não vivo sempre.
3. (Not again...)
4. Duplo cromossoma x!!!
5. √11.0
6. Booyaah
7. Stadaconaaaaaaaa!
8. Love me two times baby, love me twice today.
9. The Planet is a gunboat in a sea of fear.
10. It's not what it looks like, It's just what it means
11. Próximo ano: será nosso
12. Stops and Home
13. Outra vez em inglês???
14. Yup
14. Parvalhão do blogger...
15. Estupida segunda personalidade do blogger.
16. Porque é que há dois 14's?
18. Porque não há 17.
19. Parva...
20. Chega...
domingo, maio 02, 2010
Cromossoma Y
Dos 8 aos 80 para todos os suportadores do cromossoma Y:
http://www.cromossomay.com/
Vale a pena experimentar ler algumas coisas, ajuda a valer..
http://www.cromossomay.com/
Vale a pena experimentar ler algumas coisas, ajuda a valer..
Música Chuvosa - Rainy Mood w/ Deezer
Experimentei ouvir música aleatória com chuva:
http://www.rainymood.com/
http://www.deezer.com/en/
Experimentem tambem. Liguem-se ao site Rainy Mood, se quiserem metam música do vosso reprodutor de música, ou experimentem música que nunca ouviram antes.
Alem disso, acrescento ao dizer que a chuva parece preencher todos os espaços vazios das músicas: A Chuva não tem ritmo que não coincida com nenhum outro: simplesmente não tem ritmo mesmo. (aquelas especies de batidas que parecem não dar com nada, têm algum ritmo).
http://www.rainymood.com/
http://www.deezer.com/en/
Experimentem tambem. Liguem-se ao site Rainy Mood, se quiserem metam música do vosso reprodutor de música, ou experimentem música que nunca ouviram antes.
Alem disso, acrescento ao dizer que a chuva parece preencher todos os espaços vazios das músicas: A Chuva não tem ritmo que não coincida com nenhum outro: simplesmente não tem ritmo mesmo. (aquelas especies de batidas que parecem não dar com nada, têm algum ritmo).
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