domingo, janeiro 23, 2011

"uau, lovely"

Estive a ler uma nota de uma pessoa no facebook.

Falava sobre um rapaz que teve sucesso num relacionamento, mas rapidamente se cansou dele, desistiu dele e percebeu que tinha criado uma "rapariga enlouquecedora de cabeças de rapazes". e agora é a minha vez:

Mas e então e nós? Nós que temos que decifrar se sua mão está no ar para ser pegada, ou se está ali apenas por estar. Nós que temos que descobrir maneira de pegar na sua mão, sabendo que pode não ser esse o seu desejo. Nós que temos que fazer o trabalhinho todo (sim, salvo raras excepções) e esperar que isso seja o suficiente para cairmos nas suas boas graças. E se não tivermos uma boa carinha temos que ter uma dosagem de auto-confiança em nós mesmos como pouca gente tem. Bem, e então se não tivermos muito dos dois? É o factor sorte.

Lindo... Espectacular mesmo. Ou sorte ou um milagre. Venha o diabo e escolha.


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E espera aí. e Quando é o caso contrário? Porque não me transformei num cabrão, quebrando corações a muito boa gente? Porque é que não a mandei à puta que a pariu, como a rapariga no texto o fez? Como é que não percebe o mesmo que o rapaz do texto percebe? Ainda bem que essa frustração já partiu há algum tempo, mas certa seria a frustração dela por ter criado um monstro. Não criou. Retirou parte de mim e sabe lá Deus o que lhe fez. Deu de comer aos cães com certeza, porque sendo essa parte de mim carne putrefacta, já nenhum animal a quer. Ao menos nunca se aproveitaram do meu coração estilhaçado. Mas porra, antes isso do que esta solidão imensa

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